Acabei de voltar dessa viagem insana. Eu, Inês, cheguei de jet privado a Lisboa, vinda de Paris com o grupo. Marina, minha amiga hiperativa desde os tempos de escola, não parava quieta, tagarelando sobre tudo. O Gui, o amigo dela de infância, olhava pra mim de canto de olho. No hotel 5 estrelas no Chiado, o ar cheirava a jasmim e perfume Creed Aventus dele, caro e masculino. A suíte era puro luxo: lençóis de seda egípcia roçando a pele, champanhe Dom Pérignon gelado borbulhando na taça.
À noite, na varanda com vista pro Tejo, Marina me puxou pro canto. ‘Inês, você tá dando em cima do meu Gui? Ele é meu desde sempre!’ Ri baixinho, sentindo o calor da noite portuguesa subir. ‘Marina, relaxa. Ele parece preferir curvas como as minhas.’ Ela bufou, mas eu via o desejo nos olhos dele quando nos cruzamos no lobby, o corpo atlético dele colado no meu por acidente no elevador. A tensão crescia, o vinho pétillant na boca, doce e ácido, misturado com o suor leve da expectativa.
A Chegada Luxuosa e a Tensão Crescente
No dia seguinte, jet de novo pro Algarve? Não, iate privado nos esperava no cais de Vilamoura. O sol batia forte, brisa salgada no rosto. Subimos a bordo: eu num bikini preto que realçava minhas curvas generosas, ele sem camisa, músculos definidos brilhando de óleo. Marina resmungava, mas Audrey e o marido dela, António, riam, servindo ostras e caviar. No convés, Gui se aproximou. ‘Inês, você tá incrível. Esquece a Marina, ela só astiga.’ Sua mão roçou minha coxa, eletricidade pura. O iate cortava as ondas, o motor ronronando baixo, enquanto o desejo fervia.
Isolados na cabine master, luz baixa, velas de aroma baunilha e âmbar. ‘Quero você agora’, murmurou ele, voz rouca. Puxou-me contra ele, boca faminta na minha, língua invadindo, gosto de sal e vinho. As mãos dele apertaram minha bunda, dedos cravando na carne macia. Tirei o bikini, seios livres, mamilos duros implorando. Ele chupou um, forte, dentes roçando, enquanto eu gemia ‘Fode-me, Gui, porra’. Deitei na cama king size de linho fino, pernas abertas, cona molhada pingando. Ele lambeu devagar, língua no clitóris inchado, sugando como se fosse mel. ‘Tão gostosa, Inês, tua boceta é perfeita.’ Enfiou dois dedos, fodendo rápido, eu arqueando as costas, gritando.
O Clímax Selvagem no Iate
Levantei, ajoelhei, engoli o caralho dele, grosso e latejante, veias pulsando na boca. Chupei fundo, bolas na mão, saliva escorrendo. ‘Caralho, que boquete!’ Ele gemeu. Virou-me de quatro, espetei no espelho de corpo inteiro, vendo minha cara de puta no cio. Entrou de supetão, pauzão rasgando a cona apertada, bolas batendo na bunda. ‘Mais forte, fode essa boceta!’ Pedia, unhas nas costas dele. Mudamos: eu por cima, cavalgando selvagem, seios balançando, suor misturado ao óleo de massagem Ylang-Ylang. Gozei primeiro, cona contraindo no pau dele, jorrando sucos. Ele virou, meteu no cu devagar, lubrificado, esticando o anel apertado. ‘Toma no rabo, vadia luxuosa!’ Gozou dentro, esperma quente enchendo, escorrendo pelas coxas.
Depois, deitados exaustos no deque sob estrelas, champanhe na mão, corpos colados, cheiro de sexo e mar. Marina? Que se foda, ela astigava ele há anos. Senti-me rainha, privilegiada nesse paraíso de luxo e luxúria. O iate balançava suave, noite quente abraçando a pele. Nunca vivi algo tão intenso, tão meu. Volto quando quiser.