Acabei de voltar dessa loucura. Eu, Antónia, lisboeta de 32 anos, corpo curvilíneo, pele morena que brilha ao sol. Tudo começou no Pestana Palace, aquele hotel 5 estrelas em Lisboa, com tetos pintados a ouro e o cheiro de jasmins no ar. Ele, o Ricardo, um magnata do vinho, me esperava no bar. Vestido Armani, relógio Patek que custa uma fortuna. ‘Vem comigo, minha puta elegante’, sussurrou, mão na minha coxa por baixo da mesa. O vinho pétillant, um Moët Imperial, borbulhava na taça, fresco e ácido na língua. Senti o calor subir, a saia de seda colando na pele suada da noite portuguesa.
Ele me levou pro jet privado no aeroporto. Pele de couro creme, champagne gelado. No ar, o perfume dele, Creed Aventus, amadeirado e masculino. Beijava meu pescoço enquanto voávamos pra Algarve. ‘Quero te abrir toda, Antónia. Teu cu virgem de caralho grosso.’ Eu tremia, excitada. No iate ancorado na baía de Lagos, o mar negro lambendo o casco de fibra de carbono. Vento quente, sal no ar. Na villa privada, piscina infinita com vista pro Atlântico, camas king size com lençóis de seda egípcia. A Suzana, minha camareira discreta, já esperava com óleos essenciais de ylang-ylang, aroma doce e afrodisíaco.
A Chegada ao Pestana Palace e a Viagem Proibida
A tensão explodia. Ricardo me despiu devagar, beijos na nuca, mãos firmes nos seios. ‘Deita, amor.’ Suzana massageava minhas costas, dedos quentes escorregando pro rabo. ‘Relaxa, senhora. Vou preparar teu cu pro meu amo.’ Unguento de lavanda, frio na pele quente. Dedo dela entrando devagar, circular, dilatando. ‘Ai… devagar…’, gemi. Ele assistia, caralho duro na calça. Mais um dedo, depois dois. Sensação estranha, coceira boa, umidade escorrendo da cona. ‘Estás pronta pra mim?’, ele rosnou.
O Clímax Selvagem na Villa Privada
No quarto da villa, luzes baixas, velas de cera de abelha derretendo. Eu de quatro no colchão macio, cu untado brilhando. Ricardo cuspiu no buraco, ponta do caralho enorme, 20 cm grossos como meu pulso. ‘Empurra, porra!’ Ele forçou, devagar. Dor aguda, depois prazer. ‘Caralho, que cu apertado!’ Metia ritmado, bolas batendo na cona. Suzana chupava meu clitóris, língua rápida. ‘Lambe mais, sua vadia!’ Gritei quando ele acelerou, socando fundo, esticando meu cu como nunca. Virei, montei nele, cu engolindo tudo, cona pingando no peito dele. ‘Fode meu cu, Ricardo! Mais forte!’ Ele me virou, prensou contra a parede de vidro, mar ao fundo. Dupla penetração: ele no cu, vibrador no cu… não, ele chamou o amigo do iate, um piloto musculoso. Dois caralhos: um na cona, outro no cu. ‘Ahhh, fode-me os dois buracos!’ Eles bombavam sincronizados, suor misturado, cheiro de sexo e mar. Gozei gritando, corpo convulsionando, cu piscando no caralho dele. Ele jorrou dentro, quente, enchendo-me.
Depois, exausta na jacuzzi borbulhante, champagne na mão. Cu ardendo deliciosamente, cona inchada. Ricardo me beijou: ‘Foste perfeita, minha luxuosa puta.’ Senti-me rainha, privilegiada nesse paraíso. Villa vazia agora, mas o eco do prazer fica. Volto amanhã? Porra, sim. Essa é a vida que amo: luxo e luxúria sem freios.