Não era ainda meio-dia quando o Lucas aterrou o jato privado na pista exclusiva perto da nossa villa de luxo no Algarve. Eu e a Inês, a minha melhor amiga, tínhamos alugado este paraíso por duas semanas. Eu ia partir com ele à tarde, para uns dias só nossos. Estava deitada na pérgola, pés no ar, a ouvir jazz suave à sombra. O sol de agosto queimava, a brisa quente carregada de jasmim e sal do mar.
O SMS dele iluminou-me o rosto. Desci as escadas de mármore aos pulos, abri o portão de ferro forjado. ‘Olá, amor! Boa viagem?’ Ele entrou, olhos devorando o meu corpo no shortinho de linho branco e top de seda fina, o bronzeado perfeito da academia. ‘Princesa, estás divina.’ Abraçámo-nos, beijo molhado e faminto. Quinze dias sem sexo, só mensagens quentes. Ele cheirava a Creed Aventus, couro e desejo.
A Tensão no Paraíso de Luxo
Entrámos. Inês na cozinha de design, rabo empinado no jeans skinny, cabelos castanhos até aos rins. Virou-se, olhos verdes picantes. ‘Bem-vindo! A Alice falou tanto de ti.’ Ele sorriu: ‘Ela subestimou-te.’ Ruborizei, ela piscou. ‘Apéritif? Prosecco com morangos.’ Alice serviu, inclinando-se no bar de granito, eu via o Lucas a fixar as minhas nádegas, o tecido colado à pele suada.
Na terrasse infinita com vista para o mar, brindámos. O prosecco borbulhava na boca, fresco e doce. Inês piscou: ‘Vou acabar o almoço, não abusem.’ Sozinhos, o calor subia. Ele atrás das óculos escuros, eu sentia o olhar na minha cona, imaginando-o a foder-me ali, no chão quente. ‘Precisas de rosé provençal gelado’, disse Inês. ‘Eu vou de moto’, ofereceu ele. ‘Vai, amor, acelera.’ Desci com ele, pernas abertas na Ducati vermelha reluzente. ‘Quinze dias sem pila dura entre as pernas.’ Ele riu, acelerou. Vento quente subia pelo short, cuisses apertadas nele, a minha cona roçando o assento.
Nuvenado escureceu. Chuva grossa caiu no aldeia próxima. Ele parou na mercearia de luxo, eu corri para um beco medieval, pavimentado, paredes altas de pedra. Água gelada encharcou-me. Top transparente, mamilos duros, short colado à coninha depilada. Tremia, coxas unidas. Um cheiro a tabaco úmido, vento mais quente. Uma mão grande, de homem elegante – fato impecável apesar da chuva, talvez um local rico – roçou a minha coxa. ‘Calma, linda.’ Dedos quentes subiram, magma na pele fria. Separei as pernas sem pensar.
O Êxtase Cru e Selvagem
Ele infiltrou-se no short, na renda da tanga, roçando o clitóris inchado. ‘Estás ensopada, caralho.’ Dois dedos entraram na minha cona molhada, fodendo devagar, polegar no cu. Gemidos escapavam, cheiro a sexo misturado à chuva. ‘Mais fundo, porra.’ Ele acelerou, eu gozei tremendo, sumo escorrendo pelas pernas. Moto ronronou ao longe. ‘Vem depressa!’ Saí a correr, coração a bater.
No iate ancorado na baía privada, após o rosé, contei tudo ao Lucas num sussurro. Ele enlouqueceu de ciúmes e tesão. Arrastou-me para a suite master, lençóis de seda egípcia, vista para o Atlântico. Rasgou o meu vestido de noite Tom Ford, mamilos na boca dele, sugando forte. ‘Essa cona é minha.’ Deitei-o, montei a pila grossa, veias pulsantes, enfiando até ao fundo. ‘Fode-me como um animal.’ Cavalguei selvagem, cona apertando, sumo escorrendo nos ovos dele. Virou-me de quatro, pila no cu apertado, lubrificado só com saliva. ‘Grita, puta de luxo.’ Gozei gritando, ele encheu-me de porra quente. Corpo colado ao dele, suor e Chanel misturados.
Deitados exaustos, champagne Dom Pérignon na banheira de hidromassagem, sentindo o balanço do iate. Que privilégio: luxo, perigo, prazer puro. Ninguém mais vive assim. Volteria a tudo num segundo.