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A Minha Experiência de Luxo e Desejo Selvagem no Algarve

Acabei de voltar dessa viagem insana. Cheguei de jet privado a Lisboa, o ar cheirava a jasmim e mar. No hotel cinco estrelas no Chiado, o quarto era um sonho: lençóis de seda egípcia, vista para o Tejo ao pôr do sol alaranjado. Encontrei-me com o Miguel, aquele homem rico e atlético, mas com os dois braços engessados depois de um acidente de scooter. Ele riu, disse: ‘Inês, preciso de ti para tudo agora.’ Eu sorri, o coração acelerou. Voamos de helicóptero para o Algarve, depois yacht privativo cortando as águas turquesa. O vento quente da noite portuguesa lambia a pele, champanhe Dom Pérignon gelado na boca, bolhas estalando.

Na villa de luxo nas falésias, piscina infinita, tudo em mármore branco e ouro. Ele nu na cama king size, corpo bronzeado, picha semi-dura só de me ver. ‘Ajuda-me no banho, amor?’, pediu com voz rouca. Eu hesitei… não, mergulhei. Tirei o robe de cashmere, fiquei só de tanga de renda preta. O vapor do chuveiro italiano enchia o ar com essência de lavanda. Molhei as costas dele, sabão Creed deslizando pela pele musculada, cheiro amadeirado misturado ao suor dele. As nádegas firmes, coxas fortes. Virei-o. A picha dele… erecta, grossa, veia pulsando. ‘Estás assim por mim?’, sussurrei, mão tremendo no sabão.

A Atmosfera Luxuosa e a Tensão Sexual

‘Mesmo com os gessos, o desejo não para’, murmurou ele, olhos famintos nos meus seios nus. Eu evitei… mas não. A mão escorregou para a haste quente, dura como ferro. Ele gemeu baixo. O calor da noite entrava pela janela aberta, ondas do mar ao fundo. Senti a umidade entre as pernas, cona inchada. ‘Não aguento mais, Inês. Toca-me direito.’ O luxo ao redor – cristais de Baccarat na mesa, velas Diptyque acesas – tornava tudo mais sujo, mais urgente.

Levei-o para a cama, corpo seco com toalha Egyptian cotton macia como nuvem. Deitei-me sobre ele, seios roçando o peito peludo. A picha dele roçando a minha barriga. ‘Quero chupar-te’, disse eu, voz baixa. Desci, língua no saco salgado, subindo à glande vermelha. Ele arqueou: ‘Caralho, Inês, engole tudo.’ Engoli, garganta apertando o caralho grosso, saliva escorrendo. Ele fodia a minha boca devagar, gessos imóveis. ‘Agora fode-me a cona’, implorei. Estrangulei a picha, sentei devagar. A cona molhada engolindo centímetro a centímetro, preenchida, esticada. Rebolava, unhas nas coxas dele, suor misturando-se ao óleo de massagem Tom Ford.

O Clímax Cru e a Luxúria Desenfreada

‘Mais forte, puta de luxo!’, grunhiu ele. Acelerei, cona batendo na base, clitóris roçando o pubis. Dedos dele imóveis, mas olhos devorando os meus mamilos duros. Virei de costas, cowgirl reverso, rabo empinado, vendo-nos no espelho dourado. ‘Meta o dedo no cu!’, pedi. Ele não podia, mas eu enfiei dois, duplamente fodida, cona e cu pulsando. Gozei primeiro, esguichando no caralho dele, gritos ecoando na villa. Ele explodiu logo, jato quente enchendo a cona, leite grosso escorrendo pelas coxas. ‘Fode, que delícia…’, ofegou.

Depois, deitados na varanda, vinho verde pétula na pele nua, estrelas acima, mar sussurrando. Corpo dele colado ao meu, cheiro de sexo e Chanel No.5. Senti-me rainha, privilegiada. Num mundo de jets e yachts, vivi o luxo da luxúria pura. Ele beijou-me: ‘Tu és a minha deusa portuguesa.’ Sorri, saciada, pronta para mais. Essa noite… mudou-me para sempre.

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