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Minha Noite de Luxúria Selvagem no Ritz de Lisboa

Acabávamos de sair do clube libertino mais exclusivo de Lisboa, no Bairro Alto. O ar quente da noite portuguesa nos envolvia, cheirando a jasmim e mar. João, o rapaz tímido que me conquistara horas antes, caminhava ao meu lado. Eva e Paulo, o casal elegante que nos convidara, iam à frente, ele com o braço à volta dela. Olhei para João, o coração acelerado. Estendi a mão, ele pegou-a. Atraiu-me para si, as mãos quentes sob a minha blusa de seda. Beijei-o devagar, os lábios macios, o gosto de gin tónico ainda na boca.

Paulo chamou-nos: “Apressem-se, amorosos! O jato espera amanhã, mas a noite é nossa no Ritz.” Rimos. Entrámos na suite presidencial do Ritz Four Seasons, o luxo a bater-nos como uma onda. Tapetes persas, candeeiros de cristal, a cama king size com lençóis de seda egípcia. Paulo abriu uma garrafa de Moët & Chandon, o borbulhar fresco, aroma de pêssego e brioche. Sentámo-nos, copos tilintando. Eva provocou João: “Dizes que és tímido, mas fodes com duas mulheres e convidas a barmaid para a nossa suite? Bravo!”

A Atmosfera Elétrica na Suite de Luxo

Eu ri, apertando a mão dele. “Ainda é um pouco travado, mas é por isso que adoro.” A conversa fluiu, vinho descendo suave. Contei o meu passado: pais distantes, um ex que me largou por recusar um gangbang. Paulo, dono de iates na Algarve, oferecera-me trabalho no clube. João ficou sério. “Não mereço-te, Sofia. Sou só um estudante, vivo com os pais…”

Parecia hesitante, voz baixa. “Para, João. Senti algo forte nos teus braços. Quero-te esta noite, mesmo que seja só esta. Não estragues.” Eva interveio, olhos brilhantes: “Ele é um bom rapaz. Deixa-te levar.” Paulo acenou: “Profita, sem medos.” Rimos todos, tensão sexual no ar, como eletricidade.

Eva beijou-me devagar, lábios quentes, perfume Chanel N°5 invadindo-me. As mãos dela nos meus seios, mamilos endurecendo sob a seda. Tirei-lhe a blusa, chupei os bicos rosados, ela gemeu. Paulo e João assistiam, calças apertadas. Eva deitou-me na cama, ergueu a saia, dedos na minha cona molhada através das rendas pretas. “Estás encharcada, safada.” Lambeu-me as coxas, cheirou o meu sexo, língua no clitóris. Gemi alto, arqueando-me, o gosto dela salgado e doce.

O Clímax Cru e a Doce Ressaca

Ela chupava-me voraz, dedos fodendo a cona aberta. Gozei tremendo, gritos ecoando na suite. Paulo aproximou-se, caralho duro saindo das calças. Eva cedeu-lhe o lugar, ele lambeu-me, língua funda. Eu chupei o caralho dele, grosso, veias pulsando. Eva puxou João: “Vem, não fiques aí.” Ela mama-lhe o pau, ele geme. Paulo enfiou-me um preservativo e fodeu-me forte, caralho esticando a cona. “Que coninha apertada!” Gemi, unhas nas costas dele.

João via, olhos ardendo de ciúmes. Eva montou-o, cona engolindo o pau dele. “Fode-me, João!” Cavalgava ritmada, seios balançando. Eu a quatro, Paulo atrás, dedilhando o cu. “Não, por favor, nunca fiz pelo cu.” Ele insistiu suave, mas parei-o: “Só a cona, fode forte!” Ele acelerou, eu gozei gritando. Eva sussurrou a João: “Olha-a gozar, ela volta para ti.”

Paulo gozou dentro, eu rastejei para João, beijei-o lágrimas nos olhos dele. “Amo-te, mesmo que breve.” Os quatro colapsámos na seda, suor misturado, corações batendo. O luxo ao redor – vista para o Tejo, brisa quente – tornava tudo irreal. Senti-me privilegiada, corpo saciado, alma tocada. Amanhã, iate na Algarve? Não importava. Viva esta noite eterna de desejo puro.

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