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Despertar Íntimo no Hotel de Luxo em Lisboa: Minha Paixão Selvagem

Era uma sexta-feira de final de maio, em Lisboa. Acordei cedo, como sempre, por volta das seis, na suite presidencial do Ritz. O sol filtrava pelas cortinas de seda, o ar cheirava a jasmim e ao perfume Creed Aventus dele, que ainda pairava no quarto. Os lençóis de 1000 fios roçavam a minha pele nua, macios como um beijo. Pensei em levantar, mas… uma mão deslizou devagar pelo meu ventre. Aquela mão, que conheço há anos, do meu homem, alto, musculado, com aquele cheiro de macho que me enlouquece.

Ele é elegante, sempre impecável em fatos Tom Ford, mas nu é um deus. Eu, magra, peitos pequenos e firmes, cona sempre depilada por ele com navalha afiada. Fazíamos sexo todos os dias, mas ultimamente… rotina. Três semanas sem tocar. Eu sentia falta. Ele mexia círculos no meu umbigo, descendo. O meu clitóris pulsou. ‘Não mexas ainda’, sussurrei, virando-me para ele. Os meus olhos azuis cravados nos dele. Levantei-me devagar, a nuisette de seda preta escorregando pelos ombros. ‘Hoje eu mando, amor. É o teu aniversário antecipado.’

A Tensão Sensual na Suite Exclusiva

Ele obedeceu, deitado, pau já meia-bomba. Eu subi em cima, cona roçando o ventre dele, quente, húmida. O calor da noite portuguesa entrava pela varanda. Beijei o peito, mordi o mamilo, inalando o suor dele debaixo do braço. ‘Adoro o teu cheiro de fêmea’, murmurou ele. Desci, tetas roçando o pau duro. Lambi os tomates, língua no períneo. Ele gemeu. ‘Para, ou gozo.’ Não parei. Segurei a base do caralho, grosso, veias saltadas, e esfreguei na cara: nariz, bochechas, lábios. Beijinhos no glande, lambidelas na coroa.

Chupei um tomate, depois o outro, sugando suave. A língua subiu pela vara, devagar. Enfiei na boca, até meia-haste, girando a língua, chupando forte. Ele tremia. Acelerei, mão batendo no pau, boca gulosa. ‘Vou gozar!’, gritou. Segurei firme, engoli tudo, o sêmen quente a jorrar na garganta. Ele não esperava. Eu odeio o gosto, mas por ele… engoli, sorri. ‘Feliz aniversário, meu amor. Mas isso é só o começo.’ Cuspi o resto na mão, esfreguei na cona molhada.

O Clímax Cru e Luxurioso no Iate

Depois, no jato privado para a Algarve, brindámos com champanhe Dom Pérignon, gelado, bolhas no céu da boca. Chegámos ao iate ancorado na baía, villa de luxo à vista. Lá, no deck, sob estrelas, fodi-lo selvagem. Cona aberta, ele meteu fundo, pausadas fortes. ‘Fode-me mais!’, gritei. Gozei gritando, unhas nas costas dele. Luxo e luxúria misturados: o sal do mar, o couro dos bancos, o vinho tinto nos lábios.

Agora, de volta ao Ritz, sinto-me privilegiada. Este fim-de-semana foi nosso renascimento. Jet, iate, villa – tudo para reacender o fogo. O corpo dói bem, cona inchada, mas satisfeita. Ele dorme ao lado, nu, pau semi-duro. Sorrio. Amanhã, mais. Sem tabus, só desejo puro. Portugal nunca foi tão quente.

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