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Minha Experiência Luxuriosa no Hotel de 5 Estrelas de Lisboa

Acabei de voltar de Lisboa, ainda sinto o corpo a pulsar. Meu marido e eu chegamos de jet privado, o céu alaranjado sobre o Tejo. Check-in no Four Seasons, suite com vista para o castelo. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5. Vestido de seda preta colado à pele, saltos Louboutin. No jantar, vinho espumante Dom Pérignon, bolhas na língua.

Ele estava lá, no canto do restaurante. Uns 45 anos, terno Tom Ford, barriguinha discreta, olhos famintos. Ricardo, descobri depois. Sorriu para mim, ‘Boa noite, linda portuguesa’. Meu marido riu, ‘Ele te come com os olhos’. Eu neguei, mas… senti um formigueiro. À saída da mesa, marido sussurrou: ‘Abre as pernas devagar, mostra a renda da calcinha’. Loucura! Mas o Dom Pérignon subiu à cabeça. Fiz. Ele baixou o jornal, vi o olhar fixo na minha virilha. Calor na noite lisboeta.

A Chegada e a Tensão no Paraíso de Luxo

No quarto, luzes suaves, lençóis de 1000 fios. Marido me penetrou devagar, perguntando: ‘Ele viu tua cona molhada?’. ‘Sim… um pouco. Excita-me’. Adormecemos com o som do Tejo.

Amanhã, sol quente. Piscina infinita. Eu de biquíni fio dental, óleo Tom Ford na pele dourada. Ele surge, short justo. Conversa banal, mas agacha-se, e… vi o contorno enorme no boxer. Glande roxo, quase saindo. Marido aponta um iate ao longe. Volto-me, mas abro mais as coxas. Ele fixou. Depois, na villa privada que alugamos via jet para Algarve – iate à espera –, marido provoca: ‘Vai ver se ele te segue’.

No iate, ondas quentes, champanhe gelado. Ricardo aparece, convidado pelo marido. ‘Prove esta vista’, diz ele. Eu… abro as pernas na chaise longue de couro. Ele senta perto, perfume amadeirado. ‘Gostas de mostrar?’, murmura. ‘Talvez…’. O short abre, testículo liso à vista. Rasado. Meu coração acelera.

Na cabine master, velas aromáticas, cama king size. Marido observa da porta. Ricardo aproxima-se: ‘Mostra-me tudo, minha puta elegante’. Tirei o vestido de seda, nua, cona depilada curta, loira. Ele despiu, caralho grosso, veias pulsantes, glande violáceo enorme. ‘Toca’, ordena. Minha mão treme, desliza a pele, sinto o calor. ‘Chupa as bolas’, diz. Lambo, suaves, sem pelos. Dedo no cu dele, liso, cheiro almiscarado.

O Êxtase Selvagem e o Depois Inesquecível

Ele me vira, espalha nádegas: ‘Lambe meu cu, vadia fiel’. Eu… avanço, nariz na raia, língua no buraco apertado. ‘Assim, empurra!’. Marido geme, punhetando. Ricardo me beija, língua invasora, mãos nos meus peitos pequenos, mamilos duros. Desce, dedos na cona encharcada: ‘Molhada pra mim’. Eu gemo: ‘Sim, fode-me, mas devagar’.

Deito na cama de cetim, abro tudo. Ele inspeciona: língua na boca, orelhas, nariz. ‘Agora, mama meu pau’. Engulo o glande, metade entra, baba escorrendo. ‘Brinca-te’. Dedos na cona, clitóris inchado, gozo tremendo. Ele monta: glande na entrada, grosso. ‘Queres que te foda, amor?’, pergunta ao marido. ‘Sim’. Empurra: ‘Ai, que grande! Entra, estica-me!’. Cerra no útero, bate fundo. ‘Vou gozar dentro, engravida-te!’. ‘Sim, jorra tudo, caralho! Gozo no teu pau!’. Ele cambra, esperma quente no colo do útero, gritos ecoam no iate.

Ele sai, pau semi-duro, enfia na boca: ‘Limpa, salope’. Engulo o resto, garganta funda. Marido fode-me a cona cheia de porra alheia.

Depois, na villa de luxo em Algarve, nus na jacuzzi, bolhas no corpo. Sinto-me privilegiada, rainha do desejo. Luxo e luxúria fundidos. Nunca mais serei a mesma. Quero mais.

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