Acabei de aterrissar no jet privado em Lisboa, o ar quente da noite portuguesa envolve-me como um abraço. No hotel Ritz, quarto presidencial, lençóis de seda fresca roçam a minha pele nua. Brindamos com Dom Pérignon gelado, bolhas estalando na língua, aroma de jasmim e sal marinho. Ele parte para o jantar, eu fico… sozinha. O desejo sobe, lento. Pego o helicóptero para o iate ancorado na Algarve, ondas suaves balançam o deck de teca polida.
No iate exclusivo, 50 metros de puro luxo, a piscina infinita funde-se com o Atlântico ao pôr do sol. Vista para as falésias douradas, brisa quente acaricia os meus seios sob o robe de cashmere. Sirvo-me de um copo de vinho verde pétula, fresco, ácido na boca. Sento-me na espreguiçadeira de couro italiano, pernas abertas para o vento. Sinto-o… o formigueiro no ventre. Olho o mar, golfinhos saltam ao longe, livres, selvagens. Como eu. O robe cai, nudez exposta à lua crescente. Mãos tremem levemente. Toco as coxas, pele macia, depilada. Subo devagar.
A Noite de Luxo e o Desejo que Acende
A cona já melga, quente. Esfrego o monte de Vénus por cima da renda fio dental, fio úmido cola-se. Puxo-o de lado, dedos tocam os lábios inchados. Clítoris endurece ao primeiro roçar, lateja. Ah… gemo baixo. Mouro o dedo na boca, saliva quente, volto àquele botão inchado. Giro em volta, lento, pressiono com a unha – um choque elétrico sobe pelas entranhas. Olhos semicerrados, observo os golfinhos dançando, imagino-os a espiar-me. O luxo amplifica tudo: o cheiro do meu Chanel No.5 misturado ao sal, a vibração do iate como um amante.
Abro mais as pernas, costas contra almofadas de plumas. Dedos mergulham nas grandes lábios, escorregadios de mel. Esfrego-os, puxo, sinto o calor pulsar. Introduzo um dedo na entrada, úmida, gulosa. Dois agora, estico, fodo-me devagar. Imagino um caralho grosso, veias saltadas, preenchendo-me. Gemo mais alto: ‘Sim, fode-me…’. Toquei o ponto G, ondas sobem. A outra mão no peito, aperto o mamilo rosado, duro como pedra. Dor prazerosa. Baixo à raia das nádegas, pele sedosa suada. Encontro o cu, apertadinho, mel escorre para lá. Circulo o anel, pressiono. Dedo entra fácil, ritmado com os da cona.
O Prazer Cru e a Explosão de Luxúria
Acelero. Três dedos na cona, esticam as paredes, toco o fundo, arranho o colo do útero – espasmo violento, esmaga a mão. Cu piscando no dedo, vaivém infernal. Respiração ofegante, ‘Porra, que delícia…’. Paro, suspense, prazer quase explode. Recomeço, mais rápido. Seios pesados balançam, cona aberta, mel pinga no deck. Ralos roucos escapam: ‘Vou gozar… fode o meu cu!’. Ventre ondula, nádegas levantam. Explosão: grito primal, corpo arqueia, gozo em jorros, ondas fulgurantes do clitóris ao cérebro. Fico imóvel, mãos presas nas carnes trémulas, suor e mel misturados.
Abro os olhos. Os golfinhos… formaram círculo perto do iate, olhos curiosos fixos em mim. Saltam, chilreiam como aplausos. Rio, nervosa, aliviada. ‘Vocês viram tudo, safados?’. Levanto-me devagar, pernas bambas, prazer ecoa. O mordomo surge discreto: ‘Senhora, tudo bem?’. ‘Perfeito’, sorrio. Ele ri cúmplice, vira costas. Sinto-me rainha, privilegiada. Este momento – iate, Algarve, orgasmo selvagem no luxo – é meu. Único. Amanhã, ele volta, mas esta noite foi minha. Volto à villa privada, sabendo: regressei à civilização com fogo renovado. E que fogo.