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Noite de Luxo e Prazer Proibido: De Lisboa ao Algarve

Estava no Ritz Lisboa, num aniversário de luxo. O ar cheirava a perfume Creed Aventus, misturado com o fizz do Moët & Chandon. Eu, vestida num vestido de seda preta colado ao corpo, sentia a brisa quente da noite portuguesa na pele. Magda, a minha melhor amiga, já tinha bebido umas copas a mais. Lembrava-me da nossa noite lésbica semanas antes, línguas entrelaçadas, dedos na cona dela até ela gozar na minha boca. Mas ali, os meus olhos cruzaram-se com os de Frederico. Alto, elegante, olhos castanhos hipnóticos. ‘Olá, sou o Fred’, disse ele, com um sorriso que me aqueceu por dentro.

Conversámos banalidades, mas o desejo crescia. Mensagens no telemóvel: ‘Queres dançar ou apanhar ar comigo?’ Respondi: ‘És charmantíssimo, mas e se fores um assassino?’ Ele riu. Saímos, braço no braço. Beijámo-nos contra a parede, línguas quentes, mãos nas ancas. ‘Quero ficar contigo esta noite’, sussurrei. Voltámos ao hotel de Uber. Avisei Magda: ‘Não entro sozinha.’ Ela: ‘Preservativos no cajão, diverte-te! 😈’

A Tensão no Hotel de 5 Estrelas em Lisboa

Na suite adjacente, luz baixa da rua. Fred beijava-me com sabor a mentol. Despi-me devagar, frente ao espelho – sabia que Magda espiava pela porta entreaberta. Ele chupou os meus mamilos, dedos na minha cona molhada. ‘Estás encharcada’, murmurou. Chupei o caralho dele, grosso mas não longo, engoli até ao fundo, garganta apertada. Ele gemeu: ‘Devagar, senão gozo já!’

Deitei-me, ele lambeu-me a cona, língua no clitóris. Enfiei-lhe um preservativo. Penetrou-me devagar, enchendo-me. Fodi-mo forte, eu a cavalgar, depois de quatro. Dedo no cu, gozei a gritar baixo. Ele explodiu dentro de mim. Magda entrou na casa de banho: ‘Vi tudo, foi brutal!’

Luxúria Selvagem no Iate do Algarve

No dia seguinte, jet privado para o Algarve. Chegámos à villa de Cláudia e Artur, iate ancorado. Jacuzzi a ferver, champanhe gelado. Nuos, eu entre Fred e Artur. Ele tinha um caralho enorme, antillano. Fred masturbou-me debaixo d’água, dedos na cona. Dentro, nuos junto à lareira. Fred lambeu-me, fodeu-me missionário. ‘Gostas de mostrar?’, perguntou. Virei de quatro, ele no cu – doía mas excitava. ‘Fode o meu cu!’, pedi. Gozou lá dentro, quente.

Artur veio atrás. O cu dilatado aceitou o monstro dele. Dor lancinante, mas prazer louco. ‘Sim, fode-me o rabo!’, gemi. Ele bombava, eu contraía o ânus. Cláudia chupava Fred. Gozei com estrelas nos olhos, ele inundou-me o cu. Extenuada, deitei-me nos lençóis de seda egípcia, cheiro a sexo e mar. Fred abraçou-me: ‘Incrível.’ Senti-me rainha, privilegiada. Aquela luxúria selvagem no luxo puro – inesquecível. A noite portuguesa ardeu em mim para sempre.

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