Chamo-me Inês, tenho 35 anos, portuguesa de gema, vivo para o luxo e o desejo sem limites. Acabei de voltar de uma noite que ainda me faz tremer. Estava no Four Seasons de Lisboa, aquele hotel 5 estrelas com vista para o Tejo. O ar cheirava a jasmim da noite portuguesa, quente e húmido, misturado com o perfume Creed Aventus dele. Stéphane, 38 anos, executivo francês, alto, olhos maliciosos. Encontrámo-nos no bar privativo, depois do meu jet privado aterrava no Algarve mais cedo. Brindámos com espumante chilled, bolhas cremosas no palato, pétalas de rosa flutuando no copo.
Trabalhava até tarde no lobby, ele também, laptop aberto. Sozinhos, piadas fluem. ‘Se estivesses sozinha, despias-te para trabalhar?’, digo eu, rindo. Ele ri alto, olhos fixos nos meus. Uma semana depois, mesma cena. Chama-me à suite. ‘Não estou nua no meu quarto’, brinca ele. Eu aproximo-me, vinho nos lábios. ‘Sabes, o meu amante só vê política na TV. Mas eu? Eu sei divertir-me. Comprei brinquedos para um fim-de-semana sem tabus.’ Ele cora, mas o volume nas calças trai.
A Noite Quente no Bar Exclusivo
‘Desde os 20, os homens dizem que sou a melhor a chupar pila.’ Pausa. Ar pesado, calor da noite entra pela janela aberta. ‘Queres que te mostre como chupo?’ Ele hesita: ‘Porquê não?’ Coração acelera. Desabotoo a braguette devagar, tecido sedoso da cueca Armani roça a pele. Puxo a pila dele, grossa, veias pulsantes. Cheiro-a primeiro, base até glande, inspirando fundo. Hum, almíscar masculino misturado com sabonete de luxo, inebriante. ‘Que bom cheiro tem a tua pila, adoro.’ Olhos nos dele, começo a masturbar, língua nos lábios.
Lambo de cima a baixo, glande salgado, bolas lisas, raspadas. Chupo o glande como aspirador, vácuo perfeito, cinco minutos até engolir tudo, garganta profunda, sem engasgar. Ele geme: ‘Caralho, sabes chupar mesmo.’ ‘É boa a tua verga’, digo, batendo com a língua na pila, slap slap. Engulo as bolas uma a uma, sugando suave. Dedo na raia, ele abre as pernas. ‘Gostas de dedo no cu?’ Penetro devagar, próstata macia. Ele empurra: ‘Sim, fode-me o cu com o dedo.’
O Êxtase Cru na Suite Presidencial
Empurro-o na cama king size, lençóis de seda italiana fria na pele suada. Levanta as pernas, língua no cu, rimming voraz, círculos no ânus apertado, saliva escorrendo. ‘Adoro comer o cu de machos como tu.’ Masturbo forte, ele urra. ‘Avisas quando gozaste, quero provar.’ Duas minutos, ‘Vou gozar!’ Primeira jato no mármore da mesa, depois miro na boca, ele acaba na minha garganta. Engulo tudo, salgado, espesso, divino. Limpo os lábios, ainda ofegante.
Ele recupera, olhos vidrados. ‘Que chupada brutal, Inês. Nunca senti assim.’ Sorrio: ‘Da próxima, fodes-me no iate no Algarve, na villa privativa.’ Levanto-me, vestido de seda colado ao corpo, cheiro a sexo no ar. Saio para a noite lisboeta, coração pleno. Que privilégio, luxúria num palácio. Ainda sinto o teu gosto, Stéphane. Volta quando quiseres.