Acabei de voltar da minha villa no Algarve. Ainda sinto o calor da noite portuguesa na pele. Tudo começou em Lisboa, no Four Seasons, quarto presidencial com vista para o Tejo. Bebi um Dom Pérignon gelado, o bolhas dançando na língua, enquanto planeava a armadilha. Aquele vizinho voyeur, rico mas porco, tirou-me fotos nua na piscina infinita da villa. Ameaçava espalhá-las. Liguei ao meu sobrinho João, 19 anos, fotógrafo amador, tão fofo e inocente.
‘João, precisas de me ajudar. Vem de jet privado, eu pago tudo. Entra na villa às 16h, porta entreaberta. Tira fotos no salão.’ Ele hesitou. ‘O quê, tia? Confia em mim.’ O perfume Chanel No5 pairava no ar, misturado com o sal do mar. Cheguei de helicóptero do hotel, o vento quente a levantar a minha saia de seda preta. A villa era um sonho: mármore branco, jacuzzi com vista para o yacht ancorado na baía.
A Atmosfera Luxuosa e a Montada da Tensão Sexual
Convidei o voyeur. ‘Vem discutir isso.’ Ele chegou, olhos guloso. Tirei a robe de cashmere, nua debaixo, seios fartos balançando. Ele sentou no sofá de couro italiano, calças desabotoadas, a pila semi-dura. Pus-me de quatro, cabeça entre as coxas dele, lambi devagar. O cheiro dele, suor e aftershave caro. ‘Assim, gostas?’ Ele gemeu, pila endurecendo na minha boca quente.
Às 16h, João entra silencioso. Clic-clic-clic, a câmara em rafaga. O voyeur salta, tenta tapar a pila mole, puxa as calças. Eu levanto-me, enrolo a robe, bloqueio a porta. ‘Agora tens as tuas fotos, seu porco. Se abrires a boca, mando para a tua mulher chique. Sai!’ Ele treme, fugiu porta fora, o sol poente tingindo o céu de laranja.
Suspirei de alívio, coração a bater forte. ‘João, salvaste-me. Uma cerveja Sagres fresca?’ Ele mostrou as fotos no ecrã da TV de 80 polegadas. Eu nua, boca na pila dele. ‘Estás linda, tia. Excitas-me.’ A mão dele na minha cintura, descendo para a bunda quente sob a seda. Desatei a robe, cona exposta, pelos aparados, húmida já. Ele viu, pila inchando no jogging.
O Acto Selvagem e o Contrecoup de Prazer Privilegiado
‘Tia, nunca pedi a ninguém para me chupar assim.’ Toquei-lhe na protuberância. ‘Estás duro como pedra, grande pila.’ Ajoelhei-me no tapete persa macio, baixei as calças. A pila saltou, grossa, veias pulsantes, pré-gozo na ponta. ‘Isto é pela tua ajuda. Silêncio total, ok?’ Ele assentiu, voz trémula. ‘Prometo, tia.’
Engoli a pila devagar, língua no freio, sentindo o sal. Chupei fundo, garganta relaxada, bolas na mão, macias e cheias. Ele gemeu. ‘Oh, caralho, tia…’ Acelerei, cabeça subindo e descendo, saliva escorrendo, succão forte nas bochechas. Parei, masturbei devagar. ‘Primeira vez?’ ‘Sim… não pares.’ Voltei, lambi o saco, chupei os testículos, depois enfiei tudo, nariz no pubis.
Ritmo louco: rápido, lento, pausas para lamber a glande inchada. Ele imóvel, eu a controlar. Senti-o tremer, bolas contraírem. ‘Vou gozar!’ Segurei firme, boca selada, ele explodiu jatos quentes, grossos, engoli tudo, deglutiindo, leite descendo a garganta. Limpei com a língua, cada gota, guardei na cueca macia.
Bebemos cerveja na varanda, brisa do mar, estrelas brilhando. Ele saiu de jet de volta, 100 euros no bolso, pernas bambas. Eu? Sinto-me privilegiada. Aquela luxúria na opulência, taboo familiar partido. O yacht balança lá em baixo, vinho pétillant na mão. Quero mais. Quem sabe, da próxima ele fode-me na piscina.