Ninguém vai acreditar, mas juro que foi real. Eu, Inês, acabei de voltar dessa loucura. Tudo começou com cartas quentes trocadas com o casal João e Sofia. Eles adoravam minhas histórias safadas, eu as deles, cheias de trocas em clubes exclusivos. Em novembro, me convidaram para Lisboa. Como recusar?
Cheguei ao hotel 5 estrelas no Chiado às 18h30, com champanhe Veuve Clicquot e morangos. O ar cheirava a jasmim e couro italiano. Sofia cozinhava no suite, vestida casual, mas sexy – jeans apertado no rabo perfeito, top soltinho. João avisou: ‘Vai ter outro convidado, o Miguel. É tímido, mas bem dotado.’ Sorri. ‘Sem problema.’ Ele riu, piscando.
A Atmosfera de Luxo e a Tensão Crescente
Na cozinha, Sofia mostrou uma bandeja de frutas exóticas que pedi: bananas grossas, mangas suculentas, pepinos lisos. ‘Para eu usar, né? E tu fotografo.’ Meu coração acelerou. Puxamos a mesa, mãos roçando. Toquei sua bunda, ela gemeu baixinho. O calor da noite lisboeta entrava pela varanda.
Tocaram à porta. Miguel, alto, moreno, trouxe mais champanhe. Contaram como se conheceram: nudistas nas praias do Algarve, ele espiando das dunas. Sofia abriu as pernas, mostrou a cona depilada. João chamou-o. Apéritif servido, risadas. Sofia trocou por um robe de seda preta, quase transparente. Seios pontudos, ligas com meias rendadas. ‘Gosto assim?’ Unânime: sim. Brindei, ar cheirando a seu perfume Chanel No. 5. Mãos em seus seios, fendas. Ela tímida, mas molhada.
Jet privado nos levou ao Algarve ao anoitecer. Chegamos à villa de luxo com vista para o mar, iate ancorado. No deck do iate, sob estrelas, tensão explodiu. Sofia no banco de couro, pernas abertas. ‘Olhem pra mim.’ Tiramos paus duros. Ela chupou um por um – primeiro João, depois eu no lugar, Miguel por último. ‘Dois de vez.’ Labios rosados escorregando, eu molhei o meu em champanhe gelado. ‘Saúde!’
Pegou a banana. ‘Eu começo, depois vocês.’ Chupou, passou nos seios, entrou na cona pingando. ‘Fiquem com as fotos.’ Deitou na mesa de mármore, pernas pro alto, cu exposto. João enfiou a manga grossa, ela gritou de prazer. ‘Mais fundo!’ Troca: pepino no cu, dedos na cona. Quatro dedos meus, ela gozou tremendo. Lambemos tudo, paus no rosto dela.
O Êxtase Selvagem no Iate
Jantar apressado, mãos na sua boceta. ‘Quero ser fodida aqui.’ Deitamos-na na toalha de linho, champanhe derramado nos seios, lambido. Banana com creme na cona, ela implorou: ‘Me fodam!’ João primeiro, pau trapalhão no cu dilatado. ‘Tá gostoso?’ ‘Humm, sim… enculem-me!’ Miguel no cu, gozou fundo: ‘Porra, tô jorrando!’ Eu entrei, gargarejo molhado. ‘Obrigada, amor’, ela a João.
No quarto da villa, vibradores de cristal. Ela se masturbou pros nós: dois na cona e cu, clitóris inchado. Gozou gritando. Boca nos paus, foto dos três juntos. Lambi sua coninha madura, ela branquinhou-nos. ‘Fode minha boceta, Inês!’ Não, eu sou ela narrando. Espere, eu sou Inês, mas no grupo. João me comeu, Miguel no cu, DP insano. ‘Sou vossa puta!’ Gozos múltiplos, ela em orgasmo eterno.
No dia seguinte, iate de novo. Robe azul, calcinhas brancas. Fodida na mesa, fotos minhas. Empalada nos paus, cu aberto. ‘Ejaculem nas nádegas!’ João primeiro, eu depois. Luxúria pura.
Agora, de volta, sinto o privilégio. Poucos vivem isso: luxo, desejo cru, noites portuguesas eternas. Quero mais.