Acordei na suíte presidencial do Four Seasons em Lisboa, o corpo quente dele colado nas minhas costas. O ar cheirava a safira misturada com o nosso suor da noite anterior. Eu pressionei as minhas nádegas contra ele, roçando devagarinho. Senti-o endurecer, o pau latejando contra mim. ‘Bom dia, minha delícia’, murmurou no meu ouvido, beijando o pescoço. A mão dele subiu para os meus seios, apertando os mamilos duros. Eu já estava molhada, a cona a pulsar.
Ele deslizou os dedos para baixo, acariciando o meu clitóris inchado. Levantei uma perna, guiando-o para dentro de mim. Entrou devagar, preenchendo-me toda. ‘Assim, fode-me assim’, gemi baixinho. A mão dele não parava no clitóris, recordando-me das noites selvagens com aqueles dois jovens no iate. Gozei rápido, tremendo nos lençóis de seda egípcia. ‘Não te preocupes, vem dentro, estou protegida’, disse-lhe, confiante na minha pílula. Ele acelerou, grunhindo, e gozou quente, enchendo-me.
A Tensão no Paraíso de Luxo
Depois de um duche a dois, com espuma Chanel e água morna a escorrer pela pele, tomámos um pequeno-almoço no terraço: croissants frescos, sumo de laranja algarvia e champanhe Dom Pérignon. Troca-mos números, marcando encontro na piscina infinita à tarde. Olhei-o a afastar-se no elevador privativo, pensando como esta paixonite de férias era perfeita.
A tarde voou na piscina, alternando bronzeador La Mer na pele oleosa e mergulhos na água cristalina. Ele espalhava creme nas minhas costas, as mãos descendo perigosamente para as nádegas. Beijos molhados, roçar de paus duros sob a água. ‘Não estou de férias com amigos, mas com as minhas irmãs’, confessou, envergonhado. Ri-me, zoando-o por ser chaperonado. À última mergulho, marcámos aperitivo na villa dele no Algarve, via jet privado.
O jet descolou ao pôr do sol, champanhe a borbulhar na boca, o céu alaranjado sobre o Tejo. Na villa de luxo em Cascais, as irmãs dele – 26 e 33 anos, elegantes em vestidos Dior – esperavam com petiscos de caviar e vinho verde. Contaram das escapadelas trienais sem maridos ou filhos. Ele divorciado, elas casadas com herdeiros. Risos, taquinices. ‘Onde passou a noite o nosso irmão?’, perguntaram, piscando. ‘Deixa-a em paz’, riu ele. A conversa aqueceu: ‘O meu homem fode-me todos os domingos após o ténis das crianças’. ‘Eu sábado à noite’. Ele provocou: ‘Rotina chata, como a minha ex’.
A Luxúria Selvagem no Iate
Uma delas rebateu: ‘Nós inovamos – ele fode-me onde eu estiver aos domingos: cozinha, jardim, banho’. Eu sorri, excitada pela franqueza. Cansaço veio, mas a cona latejava. ‘Vou-me deitar’, disse. ‘Eu acompanho-te’, ele saltou. As irmãs riram cúmplices.
No quarto da villa, com vista mar, despiu-me devagar, a seda do robe a roçar a pele. Jogámo-nos na cama king size. ‘Quero-te a foder-me como uma puta’, sussurrei. Ele abriu as minhas pernas, lambendo a cona ainda com o seu gozo da manhã. ‘Estás tão molhada, safada’. Chupei o pau dele, grosso e veiado, engolindo até à garganta, saliva a escorrer. Montou-me, batendo forte, os corpos a chapinhar suor. ‘Mais fundo, caralho!’, gritei. Virou-me de quatro, enfiando o dedo no cu enquanto fodia. Gozei gritando, esguichando no colchão de cashmere. Ele puxou o cabelo, acelerando: ‘Vou encher essa cona’. Gozou jatos quentes, colapsando sobre mim.
No dia seguinte, no iate privado no Algarve, o sol queimava a pele nua. Brisa salgada, o cheiro de maresia misturado com o nosso sexo recente. Ele preparou café forte, desculpando as irmãs: ‘São assim livres’. Ajudou a arrumar, beijando-me o pescoço. Sozinha na coberta, ignorei o marido – os seus pecados confessados por mensagem só me libertaram mais. Na praia privativa, ouvi gemidos distantes de um casal jovem, mas o meu voyeurismo foi suplantado pelo prazer de ontem.
De regresso ao iate, ele esperava nu, pau duro. Fodi-mo ali, sob as estrelas, o balanço das ondas intensificando cada estocada. Sinto-me privilegiada, rainha deste mundo de luxo e luxúria. Esta vida sem tabus é minha agora – maridos traidores que se fodam.