Acabei de voltar dessa loucura. Meu corpo ainda treme. Cheguei a Lisboa de jet privado, o ronco suave dos motores ecoando na minha pele. O ar quente da noite portuguesa me envolveu, cheirando a sal e jasmim. O hotel de 5 estrelas no Chiado era um sonho: mármore frio sob os pés, lustres de cristal piscando como estrelas. No check-in, o concierge, um homem alto, olhos escuros… ele sorriu. ‘Bem-vinda, senhora. Seu quarto presidencial espera.’
Subi no elevador espelhado, o vestido de seda preta roçando as coxas. No quarto, uma garrafa de champanhe Veuve Clicquot gelada, morangos vermelhos brilhando. Tomei um gole, o gás explodindo na língua, bolhas doces. Liguei para ele, o médico que conheci no voo. ‘Estou aqui. Vem me buscar para o jantar?’ Sua voz grave: ‘Já vou, minha linda. Prepare-se para o paraíso.’
A Chegada ao Paraíso de Luxo e a Tensão Crescente
Jantamos no restaurante do hotel, velas tremulando, caviar derretendo na boca, vinho tinto de Douro aquecendo o ventre. Ele usava fato Tom Ford, perfume Creed Aventus invadindo minhas narinas. Conversa fluida, toques leves na mão. ‘Você é uma deusa portuguesa’, murmurou. Senti o calor subir, a calcinha úmida já. ‘Quero te examinar esta noite’, disse ele, piscando. Ri, nervosa. ‘Examinar? Como um médico?’ ‘Exato. No meu iate na Algarve. Jet te leva amanhã.’ Meu coração acelerou. Luxo e desejo misturados.
De manhã, jet para Algarve. O sol batendo no couro dos assentos, mãos dele na minha perna. Chegamos ao porto, o iate branco reluzindo, 40 metros de puro prazer. Subimos a bordo, empregados discretos servindo mojitos. A villa anexa na falésia, piscina infinita com vista para o Atlântico. Ele me levou ao quarto principal: cama king size com lençóis de algodão egípcio, brisa marinha entrando pela varanda aberta.
O Êxtase Selvagem no Iate e a Luxúria Desenfreada
‘Deita aqui, vou te auscultar.’ Tirei o robe de seda, nua sob o sol filtrado. Ele, de jaleco branco impecável sobre o corpo nu. Stetoscópio frio no meu peito, mamilos endurecendo. ‘Respira fundo.’ Sua respiração quente no pescoço. Mãos descendo, abrindo minhas coxas. ‘Que cona perfeita, molhada assim.’ Gemi. Ele cheirou, língua roçando os lábios grandes. ‘Preciso examinar por dentro.’ Dedos untados de óleo de massagem luxuoso escorregaram na minha entrada, abrindo devagar. Senti o espéculo imaginário, mas era o pau dele, grosso, veias pulsando, entrando devagar.
‘Fode-me forte, doutor.’ Ele obedeceu, caralho duro esticando minha boceta até o fundo. Ritmo selvagem, suor misturando com o sal do mar. Eu cavalgava, seios balançando, unhas cravadas nas costas dele. ‘Chupa minha cona primeiro.’ Ele mergulhou, língua chupando o clitóris inchado, dedos fodendo o cu apertado. Gozei gritando, jatos quentes no rosto dele. Virou-me de quatro na cama de seda, pau batendo no cu, lubrificante escorrendo. ‘Toma tudo, puta luxuosa.’ Meta fundo, bolas batendo na boceta aberta. Ele gozou dentro, esperma quente enchendo-me, escorrendo pelas coxas.
Depois, no deck do iate, nus sob as estrelas, champanhe na mão. Corpo mole, satisfeito. ‘Isso foi… divino.’ Ele beijou meu ombro. ‘Você é viciante.’ Senti-me rainha, privilegiada. Essa vida de luxo, desejo sem freios… quero mais. Meu corpo marcado pelo prazer, cheiro de sexo e mar. Inesquecível.