Acabei de pousar o jato privado no aeroporto de Lisboa. O cheiro do couro italiano ainda me inebria, misturado ao perfume Creed Aventus do João. Ele me espera no Pestana Palace, o hotel 5 estrelas com vistas para o Tejo. Entro no lobby, o mármore frio sob os saltos Louboutin, a seda do vestido Versace roçando minha pele nua por baixo. Sem calcinha. Ele me vê, sorri predatório. ‘Minha rainha chegou.’ Beija-me devagar, a mão descendo pela curva das minhas costas.
Subimos para a suite imperial. Champanhe Dom Pérignon gelado, morangos mergulhados em chocolate belga. Raoul chega logo, o formador alemão do evento VIP de iates que João organizou. Alto, músculos definidos sob o fato slim Armani, olhos azuis famintos. ‘Boa noite, Mariana.’ Aperto a mão dele, sinto a eletricidade. Sentamo-nos na varanda, o calor da noite portuguesa envolvendo-nos como um lençol úmido. O vinho pétillante explode na boca, fresco e ácido. Conversa flui: iates na Algarve, negócios bilionários. Mas os olhares… ah, os olhares traem. Minha coxa roça a de João, depois a de Raoul. ‘Queres ver o quarto?’, pergunto, voz rouca.
A Chegada ao Paraíso de Luxo e a Tensão que Cresce
No quarto, luzes tamisadas, cama king size com lençóis de seda egípcia. Desaperto o vestido, ele cai como água. Nua, seios firmes ao ar, buceta já molhada. João geme baixo. Raoul engole em seco. ‘Eu mando aqui. Aceitam?’ Eles assentem, paus endurecendo nas calças. Ajoelho-me diante de João, abro o zipper, engulo o caralho dele inteiro. grosso, veias pulsantes, gosto salgado na língua. Chupo fundo, bolas na mão, enquanto olho Raoul. ‘Tira a roupa.’ Ele obedece, pau enorme, rosado, latejante.
Levanto-me, empalo-me no João, sentada no colo dele. ‘Ahhh, fode-me!’ Grito, quadris girando, cona apertando o pau dele. Raoul assiste, masturbando-se devagar. Viro-me, chupo Raoul enquanto João me come por trás, mãos nas nádegas, dedão no cu. ‘Mais forte!’ Orgasmo me rasga, pernas tremem, sucos escorrendo. Agora Raoul: deito na cama, abro as pernas. ‘Enfia esse caralho alemão na minha cona!’ Ele mergulha, fundo, ritmado. João na boca, fodendo minha garganta. Troca: Raoul no cu, devagar no início, lubrificado com cuspe e meus molhos. ‘Devagar… agora labuta-me!’ Acelera, bolas batendo, João na cona. Dupla penetração, cheia até rebentar. ‘Vou gozar! Enche-me!’ Eles explodem, porra quente inundando cu e cona, misturando-se.
A Explosão de Prazer Cru no Quarto Imperial
Desabo, suada, corpo brilhante. Eles lambem-me limpa, línguas na pele salgada, cheiro de sexo e Chanel No5. De chuveiro italiano, sabão francês espumando peitos, coxas. Branlo os dois, espuma no pau, até nova gozada no meu ventre. Na cama, eles me devoram: João nos seios, Raoul na buceta. Gozos múltiplos, ondas infindas.
De manhã, café no quarto, vistas para Lisboa dourada. Raoul parte no helicóptero para o iate na Algarve – convidou-nos. João beija-me: ‘Foste incrível, amor. Livre, selvagem.’ Sinto-me rainha, privilegiada. Essa noite? Pura luxúria num casulo de opulência. O calor português ainda pulsa na pele, a memória dos paus me molha só de pensar. Quero mais. Villa na Algarve espera, com Raoul à espera.