Meninos, vocês andam a falar de mim como a ‘Ratinha’, não é? Acham que sou fácil, que grinho tudo o que aparece. O Frederico contou-vos que me comeu no hotel? Pois eu vim cá contar a verdade, sem mentiras. Nada de fantasias. Vamos lá.
Tudo começou no Four Seasons em Lisboa, suite presidencial com vista para o Tejo ao pôr do sol. O ar cheirava a jasmim fresco e ao perfume dele, Creed Aventus, caro e masculino. Cheguei de vestido de seda preta, colado à pele suada pela noite quente portuguesa. Ele esperava com uma garrafa de Dom Pérignon gelada, bolhas dançando no copo. ‘Inês, estás divina’, murmurou, os olhos devorando-me. Bebemos, rindo baixinho, as mãos dele na minha coxa, subindo devagar. Senti o calor subir, a cona já húmida. Ele ligou o jet privado para o Algarve, mas primeiro… no quarto, as luzes baixas, lençóis de 1000 fios roçando a pele. Beijámo-nos, línguas quentes, mãos por todo o lado. Eu tirei-lhe a camisa, cheirei o peito dele, suor misturado com colónia. Ele apertou-me as tetas por cima do vestido, mordeu o pescoço. ‘Quero-te agora’, disse eu, voz rouca. Mas ele parou: ‘Vamos devagar, minha puta elegante’.
A Atmosfera de Luxo e a Tensão Crescente
No jet, a 10 mil metros, só nós dois e o piloto discreto. Eu no colo dele, saia subida, caralho dele duro contra mim. Chegámos ao Algarve de noite, iate ancorado na baía privada. O sal do mar, brisa quente, estrelas. Villa de luxo ali ao lado, piscina infinita. No iate, champanhe outra vez, nus já. Ele ajoelhou-se, lambeu-me a cona devagar, língua quente na humidade. ‘Estás molhada para mim’, grunhiu. Eu gemi, segurei a cabeça dele. Mas ei, meninos, a verdade: o caralho dele cheirava a porra velha, não se lavara bem. ‘Que nojo’, pensei, mas ri. ‘Vou limpar-te eu.’ Chupei-o forte, sabão da boca, língua na glande inchada. Ele gozou rápido, jatos quentes na cara, no cabelo. Corri para o chuveiro do iate, água morna escorrendo. Voltei, dedo no cu dele – ele adorou, gemeu alto. ‘Porra, Inês, fode-me assim.’ Bandou de novo, pau latejante.
O Sexo Cru e Intenso no Paraíso Exclusivo
Na villa, quarto king size com vista mar. Ele deitou-me na cama de seda, abriu-me as pernas. ‘Vou foder-te como mereces.’ Entrou devagar, caralho grosso esticando a cona, sensação de preenchimento total. ‘Mais forte!’, pedi. Mudámos: eu por cima, cavalgando, tetas balançando, vendo o pau entrar e sair, molhado de mim. Ele apertava o cu, gemendo. Depois, de quatro, levrette selvagem. Pau fundo, bolas batendo no clitóris. Meti um dedo na cona enquanto ele fodia, roçando o pau. ‘Vou gozar!’, gritei – mas foi fingido, meninos, para o deixar feliz. Ele veio logo, porra fina nas nádegas, escorrendo quente. Não me lavei, vim assim para cá.
Agora, olhem bem quando eu sair: levanto a saia, veem a prova na pele. Vocês inventam sodomias, fessas, mas a verdade é esta luxúria crua num mundo de jets e iates. Sinto-me privilegiada, saciada, rainha do desejo. Este corpo viveu o topo: luxo e foda sem filtros. Invejoso? Pois é, ratinhos são eu que mordo. Beijos.