Acabei de regressar de Lisboa, ainda com o corpo a tremer. Tudo começou no meu hotel 5 estrelas, o Tivoli, com vista para o Tejo. Cheguei de jet privado, o ar condicionado a cheirar a couro novo e champanhe Dom Pérignon. Almoçámos no restaurante panorâmico: ostras frescas da Algarve, foie gras derretendo na boca, regado com um vinho verde espumante, fresco e ligeiramente doce. O sol filtrava-se pelas janelas, aquecendo a minha pele. Depois, uma sesta… mas o desejo chamou.
Numa ala exclusiva do hotel, um salão privado erótico, discreto como um segredo. Empurrei a porta cor-de-rosa suave, iluminada por luzes LED suaves. O ar impregnado de incenso oriental, almíscar e algo mais… primal. Uma jovem portuguesa, Inês, em saia de couro preto curtido, blusa de renda verde que mal continha os seios fartos. ‘Bem-vindos, experimentem o que quiserem’, disse ela, voz rouca. O meu amante, Miguel, e eu explorámos: vibromassajadores de silicone premium, godemichés anais curvos, bolas de Geisha cravejadas de cristais, óleos afrodisíacos com essência de jasmim.
A Atmosfera Elétrica no Paraíso de Luxo
Inês aproximou-se, olhos brilhantes. ‘Querem ver como se usa este?’ Pegou num double vibro negro, grosso como um caralho real na ponta, fino para o cu. ‘Lubrificante à base de água, para não estragar.’ Subiu a saia, baixou o fio dental, deitou-se no sofá de veludo vermelho. A cona rapada, lábios inchados. Untou o brinquedo com gel transparente, frio na pele. Ligou-o – zumbido baixo, hipnótico. Abriu a cona com os dedos, enfiou o grosso devagar, gemendo. O fino deslizou no cu como seda. Movimentos ritmados, vibrações a aumentar. ‘Assim… sente-se tudo.’ Parou, ofegante, e limpou-o. ‘Agora tu.’
Aceitei. Tirei as cuecas de renda, pernas abertas no sofá quente. Já molhada, só um toque de lubrificante no cu. Inês guiou: primeiro o fino no ânus, pressão deliciosa, depois o grosso na cona, esticando-me toda. Vibrações fortes, preenchendo-me. ‘Pina-me o clitóris’, pedi. Ela roçou-o entre os dedos, rodando. Gozei em segundos – explosão no cu, no clitóris, no ponto G. Ondas, ânus a pulsar, cona a contrair. Miguel lambeu o vibro, provando os meus sucos doces.
O Clímax Explosivo e a Luxúria Desenfreada
‘Para ti, bolas anais em cadeia’, disse Inês a ele. Cinco esferas pretas, untadas. Ele baixou as calças, encostou-se. Ela enfiou uma a uma no cu, devagar. Depois puxou – pop, pop, cada uma a massagear a próstata. Ele gemeu, mas quis mais. Pagámos o peep-show VIP: cabine com sofá de velours, sem vidro, casal nu à frente.
Eles entraram: ele alto, caralho duro; ela esguia, mamas firmes. Dançaram, toques leves – seios, cu, cona. Depois, ela chupou-o: língua na haste, no saco, dedo no cu dele. Nós despimo-nos. Sentei-me no colo de Miguel, ânus no topo do caralho dele. Ela montou-o de frente, cona aberta. Ritmo sincronizado: eu no cu dele, ela na cona. Toques – mamas roçando, dedos na coxa. Acelerámos. ‘Fode-me o cu mais fundo!’, gritei. Ele veio no meu ânus, jatos quentes. Eu já tinha gozado, cu cheio de porra a escorrer.
Saímos abraçados, convidando-os para o iate na Algarve amanhã. No quarto, champanhe gelado, lençóis de seda. Senti-me rainha – luxo, prazer sem tabus. Esta noite… para sempre na memória, corpo saciado, alma em êxtase.