Acabei de voltar do jet privado que nos trouxe de Lisboa para o Algarve. O sol da tarde batia forte no Bentley conversível, o trânsito na A2 era um inferno de calor húmido. Janelas abertas, mas o ar parado colava o vestido de seda à minha pele suada. Eu, Mariana, com 35 anos, pernas bronzeadas e cona já molhada de antecipação. Ativei o vibrador remoto na minha boceta, escondido sob as cuecas de renda La Perla. Ah… um gemido baixo escapou. Aumentei o volume do fado na rádio, para disfarçar. Se aqueles condutores soubessem que ao lado uma portuguesa chique se masturbava como uma puta, esqueceriam os engarrafamentos.
Subi o vestido, sentindo o couro macio do banco nas nádegas nuas. O fio do vibrador desaparecia na minha cona inchada, excitante. Contive o orgasmo, a custo. O Porto de Lagos avistado, rumava à minha villa exclusiva, ancorada ao yacht de 50 metros. Descarreguei as compras da boutique de luxo lisboeta – lingeries, brinquedos, perfumes Tom Ford que cheiravam a sexo e dinheiro. A porta da villa estava entreaberta. Empurrei e dei de caras com o Miguel.
A Tensão no Ar Quente Português
— Miguel?
— Olá, Mariana! Tudo bem?
— Sim… surpresa.
— A Rita pediu-me para regar as plantas e verificar a caixa de correio. Não sabia que vinham esta semana.
Ele era gato, corpo atlético, olhos que penetravam. Ajudou com os sacos – menos os picantes, que escondi na closet de mogno. Conversámos na sala com vista mar, vinho verde pétula na boca, brisa salgada. Ele preocupava-se com a Rita, ex dele, mas olhava-me nos olhos, não no decote. Falámos de Gaía, a namorada fotógrafa dele. Senti ciúmes bobos, mas o vibrador ainda latejava dentro de mim. Ele mostrou-me a nova câmara GoPro para filmar no yacht. Beijo na cara ao sair, promessa de jantar os quatro.
Preparei o loft da villa, vigas de madeira nobre quentes do sol. Instalei luzes LED suaves, amarrei cordas de seda. Vesti robe de vinil preto que colava aos seios, mules de salto Louboutin. Colei fita preta nos mamilos, ardendo delicioso. No sofá de veludo, enfiei o colar anal, bolas de metal untadas em saliva, uma a uma no cu apertado. Rita chegou às 20h, fato creme impecável, rabo-de-cavalo elegante. Eu, selvagem. Beijou-me faminta, chupou a língua, desceu aos seins.
O Êxtase Selvagem no Paraíso Privado
— Não, primeiro jantamos. Se fores boazinha, surpresa.
— Faz-me esperar? Cabra…
Borgonha gelado, petiscos de atum fresco. Contei do Miguel, ela riu, excitada. ‘Pensei em ti o dia todo, cheirei o teu perfume no lenço.’ ‘Masturbaste-te?’ ‘Sim, nos lavabos do escritório, dedos na cona molhada.’ Levei-a à casa de banho, câmera escondida. Abracei-a, ‘Chupa-me os peitos!’ Ela obedeceu, perfil perfeito na lente, mamilos duros sob a fita.
Ajoelhou-se, lambeu as mules, subiu à boceta encharcada. Pressionei a cabeça dela no meu clitóris. Viu o fio no cu, puxou devagar. Virei-me, ofertei o rabo suado. Língua no rego, chupou o cu, bolas saindo uma a uma, vibrando no corpo todo. Dedos na cona, gozei tremendo, sentei-me.
No salão, venda nos olhos dela. Instalei cinto com pao médio. Ela em fato, seios expostos, cona latejante. Chupei-lhe os pés, brinquei com saltos nos meus peitos. Lambeu a boceta dela, lubrifiquei cu e cona. Penetrei devagar, ‘Fode-me forte, sou a tua puta!’ Bombeava selvagem, parei no gozo dela, cona aberta. ‘Enche-me!’ Tirei salto dela, rocei no clitóris inchado. ‘Empala-te!’ Ela fodeu o salto, elástica como vadia experiente. Sodomiizei-a no cu dilatado, gritos ecoavam na villa. Ela gozou múltiplas vezes. Limpa o pao sujo na boca dela.
Eu acima, cona na cara, ela lambeu até eu explodir. Dushe quentes, nuas, coladas. Dormimos exaustas, cheiro a sexo e mar. Acordei com privilégio: esta vida de luxo, desejo sem tabus, é só minha. No yacht amanhã, mais.