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Minha Noite de Luxúria Inesquecível: Do Ritz em Lisboa ao Iate no Algarve

Estava no bar do Ritz em Lisboa, aquela noite quente de verão português. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5, copos de champanhe Dom Pérignon tilintando. Eu, de vestido de seda preta colado à pele, pernas cruzadas, observava as silhuetas elegantes. Ele apareceu. Alto, terno Tom Ford impecável, olhos castanhos que me devoravam. Já nos conhecíamos de um beijo roubado há meses, numa villa em Cascais. Aquele gosto de vinho verde na boca dele ainda me arrepiava.

Sentei-me ao lado. ‘Champanhe?’, murmurou, voz grave como o Atlântico. Aceitei. O líquido borbulhava na língua, fresco, doce. Falámos de viagens, arte, mas o ar pesava de desejo. As mãos dele roçavam as minhas, acidentalmente. Lembrei-me do beijo no jardim, línguas dançando, o calor da sua pele. ‘Danças?’, perguntei, provocadora. No lounge, música lounge pulsava baixa. Colámo-nos na pista pequena, quadris roçando. Senti a ereção dele contra mim, dura como mármore. ‘Estás molhada?’, sussurrou no meu ouvido, hálito quente de uísque. Ri, nervosa. ‘Vem ver.’

A Tensão Sensual no Bar do Ritz

Subimos à suite presidencial. Elevador de espelhos, mãos já impacientes. Porta fechou, ele rasgou o vestido de seda, expondo os meus seios nus. ‘Que cona perfeita’, grunhiu, ajoelhando. A suíte cheirava a rosas frescas, lençóis de 1000 fios à espera. Beijámo-nos feroz, línguas brigando. Ele chupava os meus mamilos, duros, mordendo leve. Eu abri a braguilha, a picha dele saltou, grossa, veias pulsando, pré-gozo a brilhar.

Deitei-me na cama king size, pernas abertas. ‘Lambe-me’, ordenei. A língua dele na minha cona, lambendo o clitóris inchado, dedos enfiando-se fundo, molhados do meu mel. Gemi alto, unhas nas costas dele. ‘Fode-me agora.’ Ele enfiou a picha de supetão, preenchendo-me toda, esticando as paredes. Ritmo selvagem, cama a ranger. ‘Mais forte, caralho!’, gritei. Troquei de posição, montei-o, cona engolindo cada centímetro, balançando os quadris. Os seios saltavam, ele apertava as minhas nádegas, dedão no cu. Gozei primeiro, corpo tremendo, esguichando no peito dele. Ele virou-me de quatro, fodeu brutal, bolas batendo na minha pele suada. ‘Vou gozar dentro!’, avisou. ‘Sim, enche-me!’ Jatos quentes inundaram-me, misturando-se ao meu sumo.

O Êxtase Cru e a Luxúria Desenfreada

Depois, no jet privado para o Algarve, nuos na cabine de couro. No iate ancorado na baía, sob estrelas, repetimos. Ele chupou-me devagar, eu engoli a picha dele toda, garganta funda, até engasgar no gozo salgado. Na villa de luxo, camas redondas, mais fodas: missionário lento, anal com óleo de massagem, 69 com sabores de mar. Cada toque, seda na pele, vinho pétillant escorrendo nos corpos.

De manhã, no deque do iate, sol aquecendo a pele nua, ele beijou-me o pescoço. ‘Foi divino.’ Senti-me rainha, privilegiada. Aquela luxúria selvagem num mundo de elite, o cheiro do mar misturado a sexo. Nunca me senti tão viva, tão fodida de prazer. On ne vit qu’une fois, né? E eu disse sim a tudo.

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