Estava no bar do Ritz em Lisboa, o ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5. Vestido de seda preta colado à pele, copo de moscatel na mão. O meu marido morrera há meses, deixando-me sozinha com dívidas. Um tipo insistente aproximou-se, mãos grosseiras no meu braço. ‘Vens comigo, miúda.’ O coração acelerou, pânico.
Ele surgiu do nada. Alto, bronzeado, fato Tom Ford impecável. ‘Larga-a, cabrão.’ Voz grave, como trovão baixo. O outro sacou uma garrafa partida, mas o meu salvador foi mais rápido – um soco seco, o agressor no chão. Sangue no chão de mármore. ‘Estás bem?’ perguntou, olhos castanhos fixos nos meus. Toquei o braço dele, senti a cicatriz dura sob a camisa. ‘Bala de Angola, ainda cá está. Chama-me Flores.’ Ri nervosa. ‘Eu sou Inês. Obrigada…’
A Atmosfera Elétrica no Hotel Ritz
Sentámo-nos. Porto tawny, doce na língua. A mão dele roçou a minha coxa, eletricidade. ‘Sentes isso? Força pura.’ Hesitei, mas o calor da noite lisboeta invadiu-me. ‘Quero agradecer como deve ser.’ Ele sorriu, lábios carnudos. ‘O meu jet parte para a Algarve agora. Vens?’ O coração martelava. ‘Sim.’ Beijo rápido, língua quente, gosto a vinho e desejo.
No jet privado, couro macio contra a pele, champanhe Dom Pérignon a borbulhar. Ele despiu a camisa, cicatriz exposta. Toquei-a, dedos tremendo. ‘Mais em baixo, também duro?’ sussurrei. Riu. ‘Descobre no iate.’ Chegámos ao pôr do sol alaranjado, iate ancorado na baía de Lagos. Ar salgado, brisa quente. Subimos à villa na falésia, piscina infinita, vista para o mar negro.
O Êxtase Selvagem no Iate e a Villa
Na suite master, luzes ténues, lençóis de seda egípcia. Ele arrancou o vestido, conas exposta ao ar. ‘Que puta perfeita’, grunhiu, ajoelhando. Língua na minha cona molhada, chupando o clitóris como se fosse o último vinho do mundo. Gemi alto, unhas nos cabelos dele. ‘Fode-me a boca com a tua boceta.’ Obedeci, esfregando-me na cara dele, cheiro a sexo e mar. O caralho dele saltou das calças, grosso, veias pulsantes, pré-gozo a brilhar. ‘Chupa-o, Inês.’ Engoli, garganta funda, bolas peludas na cara. Ele fodia a minha boca, gemendo ‘Assim, vadia luxuosa.’
Deitei-me na cama king size, pernas abertas. ‘Enfia esse caralho na minha cona.’ Entrou devagar, esticando-me toda, dor prazerosa. ‘Tão apertada, foda-se.’ Ritmo selvagem, suor a pingar, cama a ranger. Virei de quatro, ele batendo no cu, dedão no meu rabo. ‘Quero arrombar-te aqui.’ Lubrificante Tom Ford, frio na pele quente. Cabeça do caralho no cu, empurrou. ‘Aaaah, devagar!’ Gritava, mas queria mais. Fodida no cu como uma puta de elite, bolas batendo na cona. Gozei primeiro, jatos na seda, corpo convulso. Ele acelerou, ‘Vou encher-te o cu de porra.’ Explosão quente dentro de mim, gemido animal.
Ficámos deitados, champanhe gelado na pele suada. ‘Foi o melhor da minha vida’, murmurou, beijando o pescoço. O mar sussurrava lá fora, estrelas no céu. Senti-me rainha, privilegiada. Aquela noite – hotel, jet, iate, villa – era um sonho vivo. Corpo dolorido, cona e cu latejantes, mas saciada. ‘Mais amanhã?’, perguntei. ‘Sempre, minha flor selvagem.’ Dormi no peito dele, cheiro a sexo e Creed Aventus, sabendo que vivi o luxo da luxúria pura.