Sinto-o no ventre, aquele calor imperioso da ovulação. Estou no Four Seasons de Lisboa, suite com vista para o Tejo. O ar cheira a jasmim e Chanel No.5, o meu perfume. A seda do robe roça a pele, arrepiando os mamilos já duros. Ele chega, o Alex, piloto de jet privado americano, alto, músculos firmes sob o fato Tom Ford. ‘Estás irresistível, Inês’, murmura, os olhos famintos nas minhas curvas.
Brindamos com champanhe Dom Pérignon, bolhas frias na língua. Sento-me no colo dele, sinto o caralho endurecer contra mim. ‘Quero-te agora’, digo, voz rouca. Ele ri baixo, mãos nas minhas coxas. A noite portuguesa é quente, varanda aberta, brisa salgada. Desabotoa-me o robe, chupa os seios, língua quente no mamilo. Eu gemo, molhada já, a cona a pulsar. ‘Estás encharcada’, diz, dedo deslizando na minha fenda depilada.
A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa
No jet privado para o Algarve, turbulência excita mais. Ele ajoelha-se, lambe-me devagar, cheiro a mar e desejo. Eu agarro os cabelos dele, empurro contra mim. ‘Come-me toda’, peço. Gozo na boca dele, pernas a tremer.
Chegamos ao iate ancorado na baía. Lua cheia, ondas suaves. Nuos no convés, ele de pé, caralho grosso, veias salientes. Eu chupo, língua no freio, bolas pesadas na mão. ‘Assim, puta boa’, rosna. Engulo até à garganta, saliva a escorrer. Ele explode, porra quente, cremosa, anisada. Engulo tudo, vitória na boca.
O Êxtase no Iate e a Villa Exclusiva
Deito-me na espreguiçadeira de couro macio, pernas abertas. ‘Fode-me forte’, imploro. Ele entra devagar, caralho a abrir a cona ensopada. Sinto cada centímetro, quente, firme. Acelera, pancadas profundas, bolas a bater no cu. ‘Mais, desfaz-me!’, grito. Viro-me de quatro, ele agarra as nádegas, enfia tudo. Dedo no cu, dilatando. ‘Quero aí também’, digo. Lubrifica com a minha molha, pressiona o cu. Entra lento, dor prazerosa vira êxtase. Fode o cu, mão no clitóris. Gozo gritando, corpo convulso.
Na villa de luxo, cama king size, lençóis de linho egípcio. Ele revive, eu monto, cona a engolir o caralho, seios a dançar. Giro, cabelo solto. ‘Dá-me a tua porra no cu’, peço. Ele vira-me, fode brutal, explode dentro, quente, abundante. Sinto pulsar, cheia.
De manhã, no iate, café e croissants, corpo dormente de prazer. Pele irradia, confiante, bela. Ele beija-me: ‘Foste incrível’. Sinto-me privilegiada, este luxo selvagem, ovulação saciada. Volto a Lisboa de jet, ventre satisfeito, memórias sensoriais eternas: gosto salgado da porra, calor da noite, cheiro de sexo no ar salgado. Nada se compara.