Estava no Ritz de Lisboa, aquele hotel que cheira a opulência. O ar condicionado sussurrava fresco, misturado com o perfume Creed Aventus dele, amadeirado e caro. Eu, com o meu vestido de seda preta colado à pele suada pela noite quente portuguesa. Havíamos bebido Dom Pérignon na suite presidencial, eu e o grupo – amigos de jet set, risos altos, copos tilintando. Paulo, o Teddy português, contava piadas safadas, Christian fumava um charuto cubano. Eu sentia o álcool pulsar nas veias, o desejo crescendo devagar.
Saí cambaleando pelo corredor acarpetado, paredes de mármore dourado, luzes suaves como velas. Queria ar, mas o elevador para o heliporto privado chamava. Ele apareceu atrás de mim – alto, olhos famintos, fato Tom Ford desabotoado. ‘Bella, espera’, murmurou rouco, mão na minha cintura. O seu toque queimava através da seda. Virei-me, os seios arfando, o decote aberto mostrando o negro da renda. ‘O que queres?’, perguntei, voz trémula. Ele cheirava a sexo e uísque añejo. ‘Tu, agora.’
A Atmosfera Luxuosa e a Montante da Tensão Sexual
O jet privado esperava no heliporto, motor ronronando. Subimos, só nós dois, champagne estalando outra garrafa. A 10 mil pés, sobrevoando a costa para a Algarve, ele puxou-me para o colo. As mãos grandes nas minhas coxas, subindo devagar. ‘Estás molhada?’, sussurrou no meu ouvido, dedo roçando a renda fina. Eu gemi, sim, pingando de excitação. A vista do mar ao pôr do sol, o couro dos assentos rangendo sob nós. Chegamos ao iate ancorado na baía privada, villa de luxo ao fundo, luzes piscando como estrelas.
No convés do iate, sob a lua algarvia, ele rasgou o vestido. A seda deslizou como leite na pele nua. Eu caí de joelhos, o chão de teca quente. Peguei no seu caralho duro, grosso, veias saltadas, cheirando a macho excitado. Chupei devagar, língua rodando a cabeça inchada, saliva escorrendo pelo queixo. ‘Porra, Bella, engole tudo’, grunhiu ele, mãos nos meus cabelos soltos. Eu obedeci, garganta aberta, gemendo com o gosto salgado pré-gozo.
O Acto Intenso e o Prazer Incomparável
Ele levantou-me, virou-me contra a amurada. O vento salgado da noite batia nos peitos nus, mamilos duros como pedras. ‘Vou foder-te até gritares’, prometeu, caralho forçando a minha cona encharcada. Entrei toda de uma vez, esticando-me ao limite. ‘Ahhh, fode-me forte!’, implorei, unhas cravadas na madeira. Ele bombava selvagem, bolas batendo no cu, suor misturando-se ao meu mel. Cada estocada profunda, o pau roçando o ponto G, eu tremia, pernas abertas, cona apertando como punho.
Mudei de posição, cavalguei-o no deck lounge, chaise de veludo. O seu caralho enterrado até ao fundo, eu rebolava, clitóris roçando a púbica dele. ‘Mais rápido, vadia luxuosa!’, urrou, palmadas no cu vermelho. Gozei primeiro, esguichando sumo quente no peito dele, corpo convulsionando. Ele não parou, virou-me de quatro, dedo no cu lubrificado pelo meu próprio gozo. ‘Queres no rabo?’, perguntou safado. ‘Sim, arromba-me!’, respondi ofegante. Entrou devagar, o cu virgem cedendo ao grosso, dor misturada com prazer insano. Fodida como puta de iate, gritava nomes de deuses pagãos.
Ele explodiu dentro, jatos quentes enchendo o cu, escorrendo pernas abaixo. Caímos exaustos, corpos pegajosos, o cheiro de sexo cru no ar marítimo. Brindámos com o resto do champagne, bolhas frias na língua inchada. Na villa de luxo, duche de mármore, água a lavar o pecado, mas o prazer ficava. Olhei-me no espelho embaçado: olhos brilhantes, sorriso saciado. Aquela noite – hotel 5 estrelas, jet, iate – foi um privilégio de deusa. Sinto-me rainha, corpo ainda latejando de tanto gozo. Quero mais, sempre mais deste luxo selvagem.