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Minha Noite de Luxo e Luxúria Selvagem em Lisboa e Algarve

Ontem à noite, cheguei ao Pestana Palace, em Lisboa. O ar cheirava a jasmim e a Chanel No. 5. Eu, Inês, ou Cândida Lux nos sets, vestida num vestido de seda preta que roçava a pele como um sussurro. O jantar era da minha irmã Marta, advogada chique, sempre a temer que alguém descobrisse o meu ‘trabalho’. Sentia os olhares, mas sorri. Ao meu lado, Estevão Ramalho, crítico de cinema, fato impecável, olhar de superioridade. ‘Então, fazes o quê na vida?’, perguntou, sorvendo vinho verde pétillant, fresco como a brisa do Tejo.

‘Actriz’, respondi, inclinando-me, o decote a provocar. Ele ergueu a sobrancelha. ‘Que tipo de filmes?’ ‘Aqueles onde a trama é… secundária.’ Silêncio. Os outros riam baixinho. Marta arregalou os olhos. Ele prosseguiu, céptico: ‘Gostas de Tarkovsky?’ ‘Adoro. E Bergman. Mas também Kubrick.’ Ficou pasmado. ‘Não pareces o tipo.’ ‘Surpreendes-me, Estevão. Pensa que uma actriz porno é burra?’ Ele engasgou no vinho. A tensão subiu. Os meus dedos roçaram o dele no copo. Senti o calor da sua mão. ‘Queres saber mais?’, sussurrei. Ele corou, mas assentiu. O desejo crescia, misturado ao cheiro de lavanda das velas e ao som suave do fado ao fundo.

A Atmosfera Encantadora e a Tensão Crescente

Depois do jantar, ele propôs: ‘Vou-te levar num jet privado à Algarve. Tenho um iate.’ Aceitei. O jet descolou ao luar, champanhe Dom Pérignon a borbulhar na boca, salgado como o mar. Chegámos à marina de Vilamoura às 2h. O iate, branco reluzente, balançava na água morna. Subimos. Ele trancou a porta da suite master. ‘Agora, Cândida, mostra-me o que fazes.’ Despi o vestido devagar, a seda a deslizar pelos mamilos duros. Ele gemeu, despindo-se. O seu pau já rígido, grosso, latejante.

O Clímax Selvagem no Iate e o Prazer Após

Empurrei-o para a cama king size, lençóis de linho egípcio. Montei-o, sentindo a cabeça do caralho a abrir a minha cona molhada. ‘Fode-me forte’, ordenei. Ele obedeceu, as ancas a baterem nas minhas, o som molhado ecoando. Chupei-lhe os mamilos, mordi, enquanto cavalgava. Virei-me, cu para cima. ‘Mete na minha rabo.’ Lubrificou com saliva, entrou devagar, depois selvagem. Gemidos altos, o iate a ranger. ‘Estás tão apertada, puta deliciosa’, rosnou. Acelerei, os dedos no clitóris, gozei gritando, o corpo a tremer na noite quente algarvia. Ele veio dentro, jactos quentes a encher-me o cu. Caímos exaustos, suor misturado ao sal do mar.

De manhã, no deck, café e frutas frescas, o sol a queimar a pele nua. Ele sorriu: ‘Não esperava isto de ti.’ Eu ri. ‘Clichés partidos.’ Senti-me privilegiada, rainha do luxo e da luxúria. O jet levou-me de volta, corpo dolorido mas saciado. Foi mais que sexo: poder, desejo puro num mundo de elite. Quero mais.

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