Faziam semanas que eu e o meu marido fantasiávamos com isso. Eu, uma portuguesa de 32 anos, 1,60m, cabelos castanhos longos, olhos amendoados da minha avó vietnamita, peitinhos firmes em copo A, ancas largas e rabo generoso. Sempre fui a menina certinha, mas a crise dos trinta abalou tudo. Queria sensações novas, sem traições, tudo aberto entre nós.
Chegámos a Lisboa num jet privado, o cheiro a couro novo e champanhe Dom Pérignon no ar. No hotel Tivoli, suite presidencial, lençóis de seda que deslizavam na pele como um beijo. Vista para o Tejo ao pôr do sol, calor da noite portuguesa a invadir-nos. Vestido justo, salto alto, perfume Chanel No. 5 misturado com o sal do mar. No bar, um casal VIP: ele alto, moreno, fato Tom Ford; ela curvas perfeitas, decote profundo. Olhares cruzados. ‘Queres mesmo isto?’, murmurou o meu marido, mão na minha coxa. Eu assenti, o coração a bater forte.
A Chegada Luxuosa e a Tensão que Cresce
Eles convidaram-nos para um iate no Algarve. Helicóptero nos levou, vento quente no rosto. No iate ancorado na baía, taças de vinho espumante gelado, morangos com chocolate. A tensão subia. Ela roçou o braço no meu, ‘És linda, queres experimentar?’. Eu hesitei, mas o desejo venceu. Sentámo-nos no convés, estrelas acima, ondas suaves. Mãos dele na minha perna, dela no meu decote. O meu marido observava, excitado. Beijos leves, línguas quentes. O luxo ao redor amplificava tudo.
No iate, a coisa escalou. Despi-me devagar, a seda do vestido caindo, pele arrepiada pelo ar salgado. Ela beijou-me os seios, chupando os mamilos duros. ‘Que delícia de tetinhas’, sussurrou. Eu gemi, mãos no cabelo dela. O meu marido despiu-se, caralho duro apontando. Ele dela ajoelhou-se, lambeu a cona dela, molhada e inchada. Eu toquei-me, clítoris latejando. ‘Vem cá, amor’, disse ele. Deitei-me na espreguiçadeira de couro macio, pernas abertas. Ele enterrou a cara na minha cona, língua rodando no clitóris, dedos fodendo-me devagar. Ela montou a cara do marido dela, gemendo alto.
Troca de posições. Eu chupei o caralho dele, grosso, veias pulsantes, gosto salgado de pré-gozo. Engoli até à garganta, engasguei um pouco, mas continuei, babando. ‘Fode-me a boca’, pedi. Ele obedeceu, empurrando forte. O meu marido fodia a cona dela por trás, palmadas no rabo dela ecoando. Depois, ele entrou em mim, caralho escorregadio na minha cona encharcada. ‘Mais forte!’, gritei. Ele bombava, bolas batendo no meu cu. Ela lambeu o meu clitóris enquanto ele me fodia, orgasmo a build-up. Gozei gritando, corpo tremendo, squirt molhando tudo.
O Êxtase Selvagem no Iate e na Villa
Passámos para a villa privada no Algarve, cama king size com dossel de seda, velas aromáticas, música suave de fado remixado. Ele lubrificou o meu cu com óleo de massagem, dedo entrando devagar. ‘Queres no cu?’, perguntou. ‘Sim, fode-me o cu!’, respondi, excitada. Posição de quatro, rabo empinado para ele. Entrou devagar, inchando-me, dor misturada com prazer. ‘Que cu apertadinho’, gemeu. Fodia-me ritmado, eu masturbava a cona. O meu marido fodia a boca dela, depois trocámos: eu chupei o caralho do meu homem, gosto do cu meu nele. Ela sentou na cara do marido dela, ele lambeu-a até gozar.
Clímax: dupla penetração. Eu a cavalgá-lo, caralho na cona, o meu marido no cu. Encheram-me toda, ritmos sincronizados. ‘Vou gozar!’, berrei. Gozámos os quatro juntos, esperma quente no preservativo, gemidos preenchendo a villa. Corpos suados, cheiro de sexo e perfume misturado.
De volta ao hotel, no jet para casa, eu e o marido fodemo-nos de novo na casa de banho, rememorando. Senti-me privilegiada, viva. Aquela noite de luxo selvagem mudou-nos para sempre. Sem arrependimentos, só desejo por mais.