Acabei de voltar dessa loucura. Meu coração ainda bate forte. Desci do jato privado no aeroporto de Lisboa, o cheiro de jasmim e mar salgado me invadiu. Eu, Júlia, portuguesa de 25 anos, corpo curvilíneo, seios pesados, e… meu segredo bem guardado debaixo da saia de seda preta. Cheguei ao hotel 5 estrelas no Chiado, quarto presidencial com vista para o Tejo. A camareira arrumou as pétalas de rosas na cama king size, lençóis de seda italiana roçando minha pele nua enquanto me trocava. Borrifei meu perfume Tom Ford, Oud Wood, amadeirado e sensual. No bar do lobby, luzes douradas, ele estava lá: Ricardo, 35 anos, magnata do vinho, terno Armani impecável, olhos famintos. ‘Boa noite, linda. Vem pro meu iate amanhã na Algarve?’, sussurrou, mão roçando minha coxa. Meu pau endureceu devagar sob a lingerie fio dental. Aceitei, vinho espumante Dom Pérignon na boca, bolhas explodindo como meu desejo. Ele me levou de helicóptero ao iate ancorado na Marina de Vilamoura. Noite quente, brisa do Atlântico lambendo minha pele. Jantamos lagosta grelhada no deck, champanhe gelado escorrendo pelo meu decote. ‘Quero te foder agora’, disse ele, voz rouca. Eu sorri, molhada por cima e dura por baixo.
No camarote master, espelhos por todo lado refletindo nosso caos. Ele rasgou minha saia, beijou minha boca com fome, língua invadindo. ‘Tira tudo’, ordenei, voz tremendo de tesão. Nu, seu pau grosso saltou, veias pulsando, 20 cm de puro macho. Eu me ajoelhei, engoli ele inteiro, garganta apertando, saliva escorrendo. ‘Caralho, que boca gulosa’, gemeu, mãos no meu cabelo. Chupei devagar, lambi as bolas suadas, provei o pré-gozo salgado. Levantei, virei de costas na cama redonda de cetim. ‘Me come por trás, mas devagar primeiro’. Ele obedeceu, dedilhou minha cona encharcada, dedos escorregando no mel. ‘Tão molhada pra mim’. Empurrou o caralho na minha boceta, abrindo tudo, preenchendo. Gemi alto, ‘Mais fundo, fode forte!’. Ele acelerou, pica batendo nas paredes, minhas tetas balançando. Segurei minha própria verga dura contra a barriga, frotando no tecido enquanto ele me arrombava. ‘Quero teu cu agora’, grunhiu. Lubrifiquei com cuspe e meu suco, ele forçou a cabeça grossa no meu ânus apertado. ‘Aaaah, devagar!’, mas empurrei pra trás, engolindo tudo. Ele meteu selvagem, bolas batendo na minha cona, mãos apertando minhas nádegas. ‘Teu rabo é perfeito, vou gozar!’. Eu me toquei, punhetando minha pica enorme escondida, gozando jatos quentes no lençol enquanto ele explodia no meu cu, porra escorrendo pelas coxas. Virei, mostrei meu pau latejante. ‘Agora sou eu que te fodo’. Ele arregalou olhos, mas chupou, depois se curvou. Enfiei na boca dele, depois no cu virgem, metendo como animal, ele gritando de prazer e dor. Gozei de novo, enchendo ele.
A Chegada Explosiva ao Luxo Português
Deitamos exaustos, suor misturado ao cheiro de sexo e Chanel. Ele me abraçou, ‘Você é um sonho proibido’. Sorri, sentindo o privilégio pulsar nas veias. Iate balançando suave, estrelas no céu algarvio. Voltei de jet no dia seguinte, corpo dolorido mas alma saciada. Essa luxúria elite, esse segredo selvagem… ninguém mais vive isso. Quero mais.