Skip to content

Massagem Íntima no Hotel de Luxo em Lisboa: Meu Segredo Proibido

Eu esperava por isso há semanas. Um jet privado nos trouxe de Paris direto para Lisboa, o sol poente tingindo o Tejo de ouro. Check-in no Four Seasons, suite presidencial com vista para o castelo. O ar cheirava a jasmim e maresia portuguesa, misturado ao meu perfume Chanel N°5. Eu, Inês, corpo esguio mas curvas generosas, vestida num robe de seda preta que roçava a pele como um amante.

Meu amor, João, estava ali, relaxado no sofá de veludo, champagne Dom Pérignon borbulhando nas flûtes. Eu precisava de um massage para soltar as tensões – meses de viagens, stress acumulado. Escolhi Sofia, a terapeuta exclusiva do hotel, recomendada pelo concierge. Ela chegou pontual, uns 40 anos, cabelo curto grisalho, corpo atlético em legging de yoga e top justo, seios firmes e rabo empinado. ‘Boa tarde, Inês. Vamos começar?’, disse com sotaque lisboeta suave.

A Chegada ao Éden de Luxo e a Tensão Crescente

Eu me deitei na mesa de massagem aquecida, só com uma tanga fina de gaze e top igual. João ficou por perto, lendo no iPad, mas eu sentia os olhos dele. Sofia untou as mãos com óleo de argan, quente, cheiro de almínda e exotismo. Começou pelas costas, ombros… firmes, profundas. Eu suspirei, os músculos cedendo. O calor da noite entrava pela varanda aberta, úmido, sensual.

Ela desceu pros glúteos. Pressionou forte, abrindo as nádegas. Senti o ar fresco no cuzinho, a tanga escorregando. ‘Relaxe, querida’, murmurou ela, dedos roçando o sulco. Meu corpo reagiu – um formigamento. Olhei pro João, ele mudava de posição, calças apertadas. Sofia insistiu nas coxas internas, unhas curtas arranhando de leve. Eu abri as pernas sem pensar. Os dedos dela dançavam perto da cona, roçando os lábios por cima do tecido. Meu clitóris pulsava.

‘Vire-se’, pediu ela. Agora de barriga pra cima. Massageou os seios – não era mais massagem, eram carícias. Meus mamilos endureceram, rosados e eriçados. Ela sorriu, ‘Que peitos lindos’. João tossiu, mas eu via a ereção dele. Sofia desceu pras virilhas, mãos escorregando sob a tanga, tocando os pelos pubianos úmidos. ‘Estás molhada, Inês. Deixa-me ajudar.’

Arrancou o top – ‘É descartável mesmo!’ – e chupou um mamilo, língua quente, saliva escorrendo pelo peito albâtre. Eu gemi, arqueando. Dedos dela invadiram a tanga, abrindo a cona encharcada, roçando o clitó latejante. ‘Que boceta gulosa’, sussurrou, enfiando um dedo, depois dois. João se masturbava por cima da calça.

O Clímax Selvagem: Luxo e Luxúria Sem Filtros

‘Sai daí, vem cá’, ordenou Sofia pra ele. Ele obedeceu, pauzão grosso saltando pra fora, pré-gozo pingando. Ela baixou a mesa, abriu minhas pernas ao máximo. ‘Fode-a na boca dela enquanto eu como esta boceta.’ João enfiou na minha garganta, eu chupei gulosa, engasgando no cheiro almiscarado dele. Sofia lambia minha cona como uma puta faminta – língua no cu, sugando o clitó, três dedos socando fundo, esguichando meu mel.

Eu gozei primeiro, jatos quentes na cara dela, gritando abafado pelo pau do João. Ele explodiu na minha boca, porra grossa escorrendo queixo abaixo. Sofia lambeu tudo, limpando minha cona e o pau dele, engolindo cada gota. ‘Agora o cu dela’, mandou. Ela untou meu rabinho com óleo, guiou o pau do João pra dentro – devagar, esticando, doloroso e delicioso. Eu me contorcia, cona exposta pros dedos dela. Ele metia forte, bolas batendo, enquanto ela me dedava e chupava mamilos.

Gozei de novo, cu apertando o pau dele até ele encher meu intestino de porra quente. Sofia lambeu o resto, misturando nossos sucos. Caímos exaustos, suor e champagne no ar.

Depois, ela se limpou, ‘Semana que vem, no iate no Algarve?’. Saímos de mãos dadas, João e eu, olhos cúmplices. No jato de volta, fodemos de novo na cabine. Foi mais que sexo – privilégio puro, luxo virando vício. Meu corpo ainda treme ao lembrar. Quero mais.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *