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A Orgia Luxuosa na Minha Villa em Algarve

Acabei de voltar dessa loucura na minha villa de luxo no Algarve. O jato privado nos trouxe de Lisboa em menos de uma hora, o sol poente tingindo o mar de laranja. Eu, Cassandra, deitada no sofá de couro italiano, o ar cheirando a jasmim e Chanel No. 5. Siriac chegou bêbado, fedendo a vinho e vômito, depois de uma aperecepiada com Flora. ‘Ajuda-me, amor’, gemeu Roméo, arrastando-o para o quarto. Eloïse ligou, preocupada com Juliette, mas veio logo. A piscina infinita brilhava sob as estrelas, o calor da noite portuguesa colando a minha saia de seda na pele.

Eloïse chegou de vestido leve, os seios balançando livres. Sentou-se nos joelhos de Roméo, beijando-o com fome. ‘Oh, Roméo, que saudades’, murmurou, as mãos já no pau dele. Eu fingi assistir TV, mas o vinho pétillant na minha taça borbulhava como o desejo. Ela despiu a saia, enfiou-o dentro dela devagar. ‘Hmmm, esqueci como é grosso’, gemeu. Roméo gemia, as mãos nos peitos dela. Eu na cozinha, preparando cafés com açúcar baunilhado e flor de laranjeira, ouvia os ahhh ecoarem.

A Tensão no Paraíso da Villa

Voltei e parei. ‘Não os incomodo?’, disse secamente. Eles nem pararam. Liguei a TV alto, mas o telefone tocou. Juliette. ‘Eloïse está aqui’, disse eu, desligando o som. Eles congelaram. Eloïse pegou o telemóvel, nua da cintura para baixo, o pau de Roméo ainda duro. Eu aproximei-me dele, desabotoando as calças. ‘Já que é assim…’, sentei-me no colo dele, sentindo a cabeça grossa entrar na minha cona molhada. ‘Que puta és tu!’, riu Roméo, chupando os meus mamilos duros.

Eloïse voltou da cozinha, olhos esbugalhados. ‘Hallucino!’ Mas continuou ao telefone. Eu cavalgava forte, o couro rangendo, o cheiro de sexo misturando-se ao sal do mar. ‘Faz-me gozar’, ordenei a Roméo. Eloïse desligou e provocou: ‘E se eu foder o teu homem?’ ‘Boa sorte, está comatoso.’ Ela despiu a calcinha, masturbando-se. ‘Lambe-me os dois.’ Subiu no sofá, cu aberto sobre nós. Roméo enterrou a língua na cona dela, eu chupei o clitóris inchado, dedos na fenda escorregadia. ‘Simmm! Lambe mais fundo!’, gritava ela, mãos nos nossos cabelos.

O Clímax Selvagem e o Depois Divino

Roméo gozou primeiro, jatos quentes enchendo-me a cona, mas eu não parei, lambendo Eloïse furiosamente. Ele saiu, exausto. ‘Não pares, lambe-me!’, supliquei. Mas elas viraram-se, 69 no sofá, línguas chupando conas cheias de porra. ‘Adoro o teu esperma escorrendo’, gemeu Eloïse, enfiando a língua no meu cu. Gozámos juntas, corpos tremendo, suor brilhando na luz das velas aromáticas.

Siriac acordou, mas ignorámo-lo. Depois, exaustos, bebemos champagne gelado na varanda, o mar sussurrando. Roméo chamou Flora para o apéro, vingança contra Juliette. Rimos, nus na brisa quente. Senti-me rainha: luxo, traições, orgasmos múltiplos. Essa noite na villa foi puro privilégio, desejo sem limites. Ainda sinto o gosto dele na boca, a seda na pele arrepiada. Querem mais detalhes? Foi épico.

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