Boa noite, sou a Inês, uma lisboeta que adora o luxo e o prazer sem filtros. Há pouco tempo, vivi algo inesquecível. Partimos de Lisboa num jet privado para o iate na Algarve. Eu, o meu namorado Miguel, e os nossos amigos, o Rui e a Sofia. Dois casais, puro glamour.
O interior do jet cheirava a couro novo e ao perfume Creed Aventus do Rui. Brindámos com espumante português, bolhas cremosas no paladar, fresquinhas. Vesti um vestido de seda leve, que roçava a pele como um sussurro. O calor da noite portuguesa ainda pairava, mesmo a 10 mil metros. Sentei-me ao lado do Miguel, mas com o cansaço da semana, encostei-me ao colo dele. Ou assim pensei.
A Atmosfera de Luxo e a Tensão Crescente no Jet
O ronco suave dos motores embalava-me. A luz ténue, as estrelas pela janela. Comecei a sentir um volume crescer debaixo da minha cabeça. Hmm… o Miguel estava excitado. Passei a mão devagar pelo short dele, pressionando aquela verga que endurecia. Ele acariciou-me os cabelos, um toque elegante, mas firme. O cheiro do seu sexo misturava-se com o couro, excitante, masculino.
Deslizei a mão para dentro do short. A pele quente, a verga grossa pulsando nos meus dedos. Envolvi-a, masturbando devagar. Ele moveu os quadris, subtil. Para me esconder, puxei a minha echarpe de cashmere sobre o rosto. Ninguém via nada na penumbra. O Rui pilotava com a Sofia ao lado, ou assim supunha.
A verga saiu do short, roçando os meus lábios. Abri a boca, engoli metade. Grossa, salgada, enchendo-me. Chupava com fome, a mão no tronco, subindo e descendo. Ele enfiou os dedos na minha saia, sob a renda da cueca. Já estava encharcada, a cona a pingar. Dois dedos entraram fácil, fodendo-me devagar. Adoro isso, o luxo encontrando a luxúria crua.
O Clímax Selvagem e a Revelação Chocante
“Inês… sim…”, murmurou ele, voz baixa. Serrei as coxas, prendendo a mão dele. O polegar circulou o cu, provocante. Tirou os dedos da cona, molhados, e levou à minha boca. Chupei o meu próprio mel, doce e salgado. Ele lubrificou o polegar e pressionou o cu. Entrei devagar, centímetro a centímetro. Acelerei a chupada, gemendo baixo.
Massajei as couilhas dele, cheias. Desci a mão à minha cona, molhei os dedos e toquei o cu dele. Ele parou um segundo, depois fodeu a minha boca mais fundo. Sentia os quadris dele acelerarem. De repente, jets quentes na garganta. Engoli tudo, guloso, sem desperdiçar uma gota no assento de cabedal. Tanta porra… o Miguel nunca gozara assim.
Adormeci, satisfeita, o estômago cheio. Ao amanhecer, o sol tingia o céu alaranjado sobre o Algarve. Levantei a cabeça… e vi o Miguel ao controlo, com o Rui ao lado da Sofia à frente. Esperei… o Rui sorriu de lado, cúmplice. Durante a paragem para reabastecer em Évora, eles trocaram. Eu chupara o caralho do Rui, achando que era o meu homem.
O coração acelerou, vergonha e excitação misturadas. A verga dele era maior, mais gulosa. O Rui piscou: “Obrigado, Inês. Foi divino.”. O Miguel nada soube. Na villa de luxo, iate à espera, piscina infinita, pensei nisso o dia todo. Aquela confusão no jet… um privilégio sujo, selvagem. Sinto-me uma deusa do desejo, vivendo o topo. Volto a querer mais. Beijos quentes.