Acabei de voltar dessa loucura. Eu, Inês, uma lisboeta de 32 anos, modelo para marcas de luxo, com curvas que voltam loucos. Encontrei-o num bar do Four Seasons, em Lisboa. Ele, Miguel, consultor rico, olhos escuros como o Tejo à noite. Vestido de seda preta colada ao corpo, salto alto, perfume Chanel No. 5 misturado ao ar salgado. Ele ofereceu um copo de Moët & Chandon, bolhas dançando na língua, geladas e doces. ‘Gostas do fizz?’, perguntou, voz grave, mão roçando a minha.
Subimos ao quarto presidencial. Vista para o castelo de São Jorge, luzes piscando. Ele trancou a porta, aproximou-se devagar. Senti o calor do corpo dele, fato Tom Ford impecável. Beijou-me o pescoço, mordiscando leve. ‘Quero-te agora’, murmurou. Mas esperou. Chamou o jet privado. Em 20 minutos, estávamos no ar, rumo ao Algarve. No jato, champagne rosé, caviar fresco. Dedos dele na minha coxa, subindo devagar pela saia. Eu gemi baixinho, molhada já. Chegamos ao porto privado, iate ancorado, 40 metros de puro branco e ouro.
A Atmosfera de Luxo e a Tensão Crescente
No deck, brisa quente da noite algarvia, cheiro a mar e jasmim. Ele despiu-me devagar, a seda escorregando pela pele, arrepios. Eu tirei-lhe a camisa, abdómen definido, perfume Creed Aventus inebriante. Bebemos vinho verde espumante, gelado, salgado. Mãos dele nos meus seios, pesados e firmes. ‘Estás perfeita’, disse, chupando um mamilo. A tensão crescia, cona latejando, pau dele duro contra mim.
No iate, luzes baixas, ondas balançando suave. Ele ajoelhou-se, abriu as minhas pernas. Língua quente na minha cona, lambendo devagar o clitóris inchado. ‘Que delícia, tão molhada’, grunhiu. Eu agarrei o cabelo dele, gemendo alto. Dedos dentro de mim, curvados no ponto G, enquanto chupava. Gozei na boca dele, tremendo, sucos escorrendo. Ele levantou-se, pau enorme, veias pulsando. ‘Chupa-me’, ordenou. Engoli-o todo, garganta funda, saliva escorrendo. Ele fodia a minha boca, mãos no cabelo.
O Êxtase Selvagem no Iate e Vila Privada
Levou-me para a cama king size na suite do iate. Empurrou-me de quatro, caralho grosso abrindo a cona rasgada. ‘Fodo-te como puta de luxo’, rosnou, estocadas fortes, bolas batendo no cu. Eu gritava: ‘Mais forte, fode-me!’. Ele meteu um dedo no cu, duplo prazer. Mudei de posição, montei-o, cona engolindo tudo, seios balançando. Cavalguei selvagem, unhas nas costas dele. Ele apertou as nádegas, dedo no cu de novo. Gozei outra vez, esguichando no pau dele.
Mudamos para a villa privada na falésia. Piscina infinita, estrelas acima. Na cama de dossel, ele lambeu o cu, língua fundo. ‘Quero o teu cu agora’, disse. Lubrificante de luxo, pau devagar no ânus apertado. Dor misturada a prazer, gritei. Ele fodia ritmado, mão no clitóris. ‘Goza no meu caralho’, mandou. Gozei anal, corpo convulsionando. Ele explodiu dentro, porra quente enchendo-me.
Deitados, suados, cheiro a sexo e mar. Brindámos com Dom Pérignon da garrafa. ‘Foi o melhor da minha vida’, sussurrei, mão no pau ainda semi-duro. Ele beijou-me: ‘Somos viciados um no outro’. Senti-me rainha, privilegiada. Essa noite de jet, iate, villa… luxo puro virando luxúria animal. Volto amanhã? Sim, sem dúvida. Corpo dolorido, alma saciada.