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Noites de Luxo e Luxúria: Minha Aventura Selvagem em Lisboa e Algarve

Estou deitada na cama king size da suite no Four Seasons de Lisboa, os lençóis de seda italiana a roçarem a minha pele nua. O ar cheira a Chanel No. 5 e ao sal do Tejo lá em baixo. Ele chega hoje de jato privado de Paris. Faz um mês sem o tocar. O meu corpo queima de saudade. Levanto-me devagar, o espelho reflete os meus cabelos castanhos ondulados até aos ombros. Desaperto o robe de cashmere, ele cai aos pés. Os meus seios, 95C firmes, saltam livres, mamilos rosados já duros. Adoro esta parte de mim. Tiro a calcinha de renda preta, o raspa fino acima da cona depilada brilha no espelho.

Abro a gaveta da commode antiga, escolho um conjunto La Perla: shorty roxo translúcido que molda o meu rabo redondo, sutiã rosa a combinar. Enfio-o, viro-me de lado. Hmm, perfeito. Mas falta algo. Pego nas meias pretas de rede, subo-as pelas pernas longas, deixando uma faixa de pele branca provocante. Poso, mãos nas ancas. ‘Estás uma puta fatal’, digo ao reflexo. As mãos deslizam pelo rabo, apertam. Sinto a humidade crescer. ‘Não aguento mais’, murmuro. Baixo o shorty, sento-me na cama. Dedos traçam círculos na coxa, sobem. Roçam os lábios da cona, já molhados. Gemo baixo. O clítoris incha ao toque. Esfrego devagar, o vinho pétillant na mesa ao lado chama-me, mas ignoro. Olho o espelho: pernas abertas, cona exposta, seios a arfar no sutiã. Desapertam-no, agarro-os, belisco os mamilos. ‘Oh, caralho…’, suspiro. Um dedo entra na cona encharcada, vai e vem. Imaginando o pau dele.

A Montada do Desejo na Suite de Lisboa

A campainha toca. É ele. Abro a porta nua, só com as meias. ‘Minha portuguesa safada’, rosna, beijando-me com fome. As suas mãos fortes no meu rabo. ‘Queria-te tanto.’ Arrastamo-nos para o balcão, vista para a cidade iluminada. Ele despe-se, o caralho grosso ergue-se, veias pulsantes. Chupo-o gulosa, língua no saco, engulo até à garganta. ‘Assim, vadia, mama-me todo.’ Deito-me na chaise longue de veludo, ele mergulha a cara na minha cona, lambe o clítoris como um lobo. ‘Estás ensopada, puta.’ Dois dedos fodem-me enquanto mama. Grito, gozo na boca dele, sumo a escorrer.

Foda Selvagem no Iate do Algarve

Agora no iate ancorado no Algarve – voámos no jato dele, champagne Dom Pérignon a caminho. A noite quente envolve-nos, cheiro a mar e jasmim. No deck de teca, ele deita-me de bruços. ‘Vou foder-te como mereces.’ O caralho entra na cona de rompante, bolas a bater no clítoris. ‘Mais forte, fode-me o cu também!’, peço. Lubrifica com o meu mel, empurra no ânus apertado. Dor e prazer misturam-se. ‘Caralho, que cu virgem e guloso.’ Bomba sem piedade, uma mão no clítoris, outra a apertar os seios. Grito: ‘Vou gozar, enche-me!’ Ele explode dentro, esperma quente a jorrar. Eu tremo, orgasmo duplo, cona e cu a contrair-se.

Deito exausta no deck, corpo moído, suor a brilhar sob as estrelas. O iate balança suave, o vinho gelado agora na boca. Sinto-me rainha, privilegiada. Esta vida de luxo, jatos, hotéis, iates – e sexo sem limites. Ele acaricia-me: ‘A minha deusa portuguesa.’ Sorrio, saciada. Amanhã, villa privada. Mas esta noite… perfeita.

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