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Luxúria em Lisboa: Da Suite 5 Estrelas ao Iate no Algarve

Acordei na suite do Four Seasons em Lisboa, o cheiro de café moído fresco a envolver-me como um abraço quente. A luz dourada do agosto filtrava pelas cortinas de seda pesada, roçando a minha pele nua. Inês estava na kitchenette, só com uma camisola de chiffon negro, quase transparente. O seu corpo moreno, curvas suaves, mamas firmes balançando levemente. Olhei-a… fixamente. O coração bateu mais forte. “Bom dia, dorminhoca”, disse ela, voz rouca, sorrindo com lábios carnudos.

Serviu-me café numa porcelana fina, o vapor subindo com aroma de baunilha. Sentámo-nos na varanda, vista para o Tejo cintilante. O seu perfume, Creed Aventus, misturava-se ao sal da brisa portuguesa. Tocou no meu joelho ao passar o açucareiro. Um choque elétrico. Eu… hesitei. “Estás linda assim, despenteada”, murmurou. O sol aquecia-nos, suor perlando a sua clavícula. Pensei no toque da sua pele, macia como mel.

A Tensão no Hotel de Luxo

No spa, mergulhámos na piscina infinita. Biquínis minúsculos, água morna lambendo os corpos. Na sauna, pernas roçaram. O vapor úmido, corações acelerados. “Queres vir comigo amanhã? Jet privado para o meu iate no Algarve”, sussurrou, olhos negros fixos nos meus. Asseio. Noite caiu quente, ar carregado de jasmim. Cocktails no bar do hotel: prosecco gelado, bolhas estalando na língua, doce e ácido.

Confidências fluíram. “Nunca toquei numa mulher assim… mas contigo, quero”, confessei, rubra. Ela riu baixo, mão na minha coxa. “Eu mostro-te tudo.” Voltámos à suite, champanhe Dom Pérignon aberto. Beijos urgentes, línguas famintas entrelaçando. Despiu-me devagar, a renda do meu sutiã deslizando, mamilos endurecendo ao ar fresco do AC.

O Clímax Selvagem e o Após

Atirei-a para a cama king size, lençóis egípcios macios. Rasguei a camisola dela, mamas perfeitas saltando livres. Chupei um mamilo, duro como pedra, mordisquei. Ela gemeu: “Caralho, continua!” Abri-lhe as pernas, cona depilada, lábios inchados, molhada de tesão. Lambi o clitóris devagar, língua rodando, sugando. “Fode-me com a boca, sim!”, gritou, unhas nas minhas costas. Meti dois dedos na cona quente, apertada, bombeando rápido. Ela tremeu, gozando na minha cara, sumo doce escorrendo.

Virou-me num 69 feroz. A sua língua no meu cu, circulando o anel rosado, dedos na cona encharcada. “Estás tão molhada, puta safada”, rosnou. Gozei forte, corpo convulsionando, gritando o nome dela. Ela pegou no strapon da mala Hermès – grosso, negro. “Agora fodo-te como mereces.” Lubrificou, entrou na minha cona de rompante, enchendo-me toda. Ritmo selvagem, coxas batendo, suor pingando. “Mais fundo, fode o meu cu também!”, pedi. Mudou, lubrificou o cu, penetrou devagar… depois brutal. Orgasmo rasgou-me, esguichando no colchão de luxo.

Exaustas, abraçadas. De manhã, jet privado nos levou ao Algarve. No iate ancorado na baía, sol ardente, mar azul infinito. Brindámos com vinho verde gelado, peles salgadas. Sinto-me rainha, privilegiada. Este luxo misturado à luxúria crua… viciante. Quero mais. Muito mais.

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