Acabei de voltar de uma viagem inesquecível. Cheguei de jato privado a Lisboa, direto para o hotel de cinco estrelas no Chiado. O ar cheirava a jasmim e maresia quente. O quarto era puro luxo: lençóis de seda italiana roçando a pele nua, champanhe Dom Pérignon gelado na taça, bolhas estourando na língua. Eu e a minha amante, Sofia, estávamos sozinhas no início. Ela, alta, atlética, com cabelos castanhos úmidos de suor, olhos verdes famintos.
Pegamos o iate para a Algarve ao pôr do sol. O deck de madeira nobre, iluminado por luzes suaves, balançava devagar nas águas calmas. Tirei o robe de cashmere, ficando completamente nua. Sofia fez o mesmo. O calor da noite portuguesa envolvia-nos como um amante. Dois homens maduros, uns cinquenta e poucos, elegantes em fatos leves, observavam da proa. Italianos ricos, convidados dos donos do iate. Não nos largavam com os olhos. A praia privada lá em baixo estava deserta.
O Luxo Exclusivo e a Tensão que Subia
— Já estou molhada, Inês…
A voz rouca de Sofia tremia. Ela se deitou na espreguiçadeira de couro macio, pernas entreabertas. O buço escuro da sua cona brilhava. Abriu-a com dois dedos, como um pêssego maduro. Os seios pequenos, mamilos rosados duros, subiam e desciam rápido. Eu sorri. Adorava vê-la assim, exposta pros voyeurs.
— Eles te excitam, amor?
Ela fixou-os, sem responder. A pele bronzeada suava. Eu me aproximei, relevando uma perna, mostrando a minha cona depilada, o cu rosado aberto. O perfume do meu Chanel No. 5 misturava-se ao sal do mar.
— Sim… mas é por ti que me exibo.
Phase 2 começa aqui, mas fluido.
Ela gemeu baixinho. Dedos no clitóris, circulando devagar. Eu toquei o mamilo dela, pinçando leve. — Abre mais as coxas… Levanta os pés.
Sofia obedeceu, trémula. O cu dela, bronzeado perfeito, piscava. Molhou o dedo médio na cona encharcada e enfiou no cu devagar. — Sou a tua puta…
— Adoras ser minha puta?
A Luxúria Desenfreada no Deck do Iate
— Sim… ahh…
Os homens estavam hipnotizados. Um tirou os óculos escuros, outro ergueu o polegar. Uma mulher deles se aproximou, mas ficou olhando, braços cruzados, peito opulento arfando.
— Para, espera…
Sofia parou, frustrada, gemendo. A italiana nos fitava, excitada. — Continua… Dedilha essa cona molhada. Enfia no cu mais fundo.
Ela acelerou. Dedos na cona chapinhando, outro no cu fodendo ritmado. Eu me toquei devagar, cona pingando. — Eu vou gozar primeiro…
— Sim, Inês… por favor…
Olhei Sofia se abrindo toda, cona escorrendo cyprine, cu esticado. Gozei forte, sem tocar muito: um jato quente na coxa, corpo convulsionando. — Aaah… gozo!
Sofia explodiu logo depois. — Oooh… fodo-me toda! Gozo… ahhh!
Ela se contorceu, gemendo rouco, ondas de prazer a varrendo como tsunami. Dedos ainda dentro, tremendo.
Depois, o ar parado. Sofia ofegante no meu ombro. A italiana sorriu, acenou e virou-se, arrastando os homens. Nós rimos baixinho. O champanhe ainda fresco na boca, o mar sussurrando. Que privilégio: luxo, desejo cru, sem limites. Naquele iate, fomos deusas da luxúria. Volto sempre. Aquela noite portuguesa me marcou para sempre.