Quinta-feira, 20h, o telefone vibra na suíte do Ritz em Lisboa. O ar cheira a jasmim e Chanel No. 5. Larguei o copo de champanhe Veuve Clicquot, a bolha ainda na língua, e atendi. ‘Paulo? Sou eu, a Inês, tua ex-cunhada.’ A voz dele, grave, como o fado da noite portuguesa. Fazia meses desde o divórcio da mana. Ele insistiu: ‘Vem pro meu jato privado amanhã. Fico em Lisboa por negócios. A suíte é tua.’ Cheguei no jato, o couro dos bancos colado na pele suada pela excitação. Ele esperava no lobby, fato Armani, olhos famintos nas minhas curvas. 1,60m, seios redondos como melões algarvios, ancas que balançam na saia justa.
Ele levou-me à suíte presidencial. Tapeçaria de seda, vista pro Tejo dourado pelo pôr-do-sol. ‘Entra, Inês. Faz como em casa.’ Serviu Dom Pérignon gelado, o copo fino na mão trémula. Conversa banal: trabalho, vinho, o calor pegajoso da noite lisboeta. Mas os olhares… Ai, os olhares. Ele em robe de cetim, eu numa camisola de seda preta, os mamilos duros a furar o tecido. ‘Estás sozinha há meses, não?’, pergunta ele, a mão roçando a minha coxa. ‘E tu? Precisamos de alívio.’ O vinho sobe à cabeça, o desejo aperta a cona.
A Tensão no Hotel de Estrelas em Lisboa
Sábado, apéro no terraço. Ele de volta do ginásio do hotel, suor misturado com aftershave Creed. Eu, camisola fina, regras acabadas. ‘Quero-te agora’, sussurrei. Ele atirou-me pro sofá de veludo, beijos vorazes, línguas dançando. ‘Não hoje, tenho a lua cheia’, brinquei. Mas inverti: ajoelhei, despachei-lhe a boxer, a pica dura como mármore de Sintra. Cheiro a homem excitado, pré-gozo salgado na ponta. Lambe as bolas peludas, engoli o caralho até à garganta, olhos nos dele. Branquinha espanhola com os peitos, saliva escorrendo. Ele geme: ‘Caralho, Inês, chupas como uma deusa.’ Gozei na boca, leite quente jorrando, eu lambi tudo, devagar, como gata no creme.
Dias depois, ele anuncia: ‘Partimos pro meu iate no Algarve. Amanhã.’ Jato de novo, chegada à marina ao pôr-do-sol alaranjado. Iate de 30 metros, deck de teca aquecida, champanhe à espera. Noite quente, brisa salgada. Eu no bikini fio dental, ele nu, pica meia-bomba. ‘Agora sim, fode-me.’ Deitei-me na cama king size, lençóis de linho egípcio. Beijos no pescoço, mamilos mordidos, língua no umbigo. Ele desceu, cheirou a cona molhada de desejo, jasmin e mar. ‘Tão húmida, puta.’ Lambeu o clitóris inchado, dois dedos na boceta, paume virada pro ponto G. Gritei, esguichei na cara dele. Dedos no cu apertado, língua furando o ânus.
O Êxtase Selvagem no Iate do Algarve
‘Lambe-me o cu, vai.’ Obedeceu, enfiando a língua fundo enquanto eu me punhetava. Orgasmo violento, corpo a tremer. Ele montou, pica grossa abrindo a cona devagar. ‘Flop, flop’, os corpos batendo na humidade. Acelerei, suor misturado, gemidos roucos. Virei de quatro no deck, estrelas acima, cu exposto. ‘Enfia no cu, mas não gozes dentro.’ Lubrificado com cuspe e sumo da cona, meteu devagar. ‘Mais forte, desfaz-me o cu!’ Batidas selvagens, ancas a abanar, gritos ecoando no mar. Puxou fora, eu virei, mama na boca dele, punheta furiosa. Gozo na cara, leite grosso escorrendo, eu lambi, engoli o resto.
Deitados no deck, champanhe morno na pele, iate balançando suave. ‘Foi épico, Paulo.’ Ele sorriu: ‘Somos livres, mas repete-se.’ Senti-me rainha, privilegiada neste luxo sujo. Amanhã, volta à rotina, mas esta memória… arde na cona.