Acabei de voltar de Lisboa, o corpo ainda a tremer com as memórias. Eu, Maria, uma portuguesa de 35 anos, CEO de uma empresa de tech de luxo, levei o João, o meu assistente de 25, num jet privado para um evento exclusivo. Ele é novo, atlético, com olhos que me devoram sem disfarçar. Chegámos ao Four Seasons, suite presidencial com vista para o Tejo. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5, o meu perfume. Entreguei-lhe a mala de Hermes, os nossos dedos roçaram… um choque elétrico.
No quarto, o king size coberto de lençóis de seda egípcia. Brindámos com Dom Pérignon gelado, bolhas crepitantes na língua. ‘Estás nervosa?’, perguntei, vendo-o engolir em seco. Ele sorriu, ‘Não, só… impressionado’. Vestia um robe de cetim que mal cobria as coxas. Sentei-me na borda da cama, as pernas cruzadas, a saia subindo devagar. Ele aproximou-se, massageou-me os pés cansados do dia, óleo de amêndoas doces aquecendo a pele. Gemidos escaparam-me. ‘Mais acima’, sussurrei. As mãos subiram pelas panturrilhas, coxas… parei-o. ‘Ainda não’. A tensão era palpável, o calor da noite lisboeta entrava pela varanda aberta.
A Tensão que Cresce no Paraíso de Luxo
Decidimos jantar no rooftop, estrelas acima, caviar e lagosta. O vinho tinto da Dão aquecia-nos o sangue. Voltei ao quarto primeiro, despi-me devagar, só lingerie de renda preta La Perla. Ele entrou, olhos arregalados. ‘Maria, és… perfeita’. Puxei-o para mim, beijo faminto, línguas dançando. As mãos dele nas minhas tetas, apertando os mamilos duros. Eu sentia a pila dele rígida contra mim. ‘Quero-te agora’, disse eu, voz rouca.
Empurrei-o para a cama, arranquei-lhe a camisa. A pila saltou do boxer, grossa, veias pulsantes, pré-gozo a brilhar na cabeça. ‘Chupa-me’, ordenei. Ajoelhei-me, engoli-a inteira, slurp slurp, língua no saco peludo, bolas quentes na mão. Ele gemia, ‘Caralho, Maria…’. Virei-me, cona molhada exposta, depilada só com trilha fina. ‘Lambe’. A língua dele no clitóris, dedos enfiados na buceta encharcada, fodia-me com eles. Gozei rápido, jatos quentes na cara dele.
O Clímax Selvagem e os Prazeres Proibidos
Montei-o, guiei a pila à entrada. Desci devagar, preenchida, ‘Que cabraço grosso…’. Cavalguei selvagem, tetas a saltar, unhas nas costas dele. ‘Fode-me forte!’. Virou-me de quatro, pila a bater fundo, bolas a chapinhar na cona. ‘Mais, rasga-me!’. Ele acelerou, mão no cu, dedo a entrar. Gozei de novo, cona a apertar, leite dele a encher-me, quente, escorrendo pelas coxas. Continuámos, missionário, pernas nos ombros, beijos suados. Anal? Sim, lubrificante de luxo, pila lenta no cu apertado, ‘Vai, fode o meu rabo!’. Ritmo louco, gozo duplo, corpos colados.
Deitados, suor misturado ao cheiro de sexo e perfume. ‘Foi… incrível’, murmurou ele, mão na minha anca. Eu sorri, ‘No yacht no Algarve, repetimos. És meu agora’. Senti-me rainha, privilegiada, num mundo de luxo onde desejo manda. Amanhã, villa privada, mas esta noite… eterna.