Acabei de regressar de uma experiência que ainda me faz tremer. Eu, Sofia, uma lisboeta de 32 anos, sempre adorei o luxo misturado com desejo puro. O meu marido, o João, sabe disso. Ele incentivou-me a ir com o Ricardo, aquele homem alto, moreno, com um cheiro a Creed Aventus que me deixa tonta. Chegámos ao Four Seasons Hotel na Avenida da Liberdade ao pôr do sol. O quarto… ai, uma suite presidencial com vista para o Tejo. O ar condicionado sussurrava fresco, mas a noite portuguesa já aquecia tudo.
Ele abriu o champanhe, um Dom Pérignon gelado, bolhas dançando na minha língua. ‘Sofia, veste isso’, disse, entregando-me um robe de seda preta, macio como pele de amante. Eu hesitei… ‘Ricardo, o João sabe, mas…’. Ele sorriu, os olhos famintos. Tocou-me o pescoço, o perfume dele misturando-se ao meu La Vie Est Belle. Beijámo-nos devagar, as mãos dele na minha cintura, descendo. Senti o calor subir, a humidade entre as pernas. Jantámos caviar e lagosta no quarto, o vinho tinto a aquecer o sangue. Ele confessou: ‘Quero-te toda, Sofia. Cada buraco teu é meu esta noite’. Eu gemi baixinho, excitada com a promessa.
A Noite Mágica no Hotel de Lisboa
De repente, o jet privado esperava no aeroporto. Um Gulfstream, só para nós. Voámos para o Algarve em 30 minutos, o céu estrelado pela janela. Chegámos ao iate ancorado na baía de Lagos, uma villa flutuante de 50 metros, luzes suaves, música jazz baixa. O ar salgado da noite, quente, colava à pele. Despimo-nos na coberta principal. Ele era enorme, o caralho dele grosso, veias pulsantes, cabeçona vermelha brilhando de pré-gozo. ‘Vira-te, minha puta elegante’, murmurou. Eu obedeci, de quatro no deck de teca polida, o vento no cu exposto.
Êxtase Selvagem no Iate do Algarve
Primeiro, lambeu-me a cona, a língua experiente chupando o clitóris inchado. ‘Estás encharcada, Sofia’. Eu arqueei, gemendo ‘Fode-me, Ricardo!’. Ele untou o cu com óleo de massagem Chanel, dedos abrindo-me devagar. Dois, três… ardei de prazer. ‘Vai devagar… ai, caralho!’. O pau dele pressionou a entrada apertada. Entrou centímetro a centímetro, esticando-me como nunca. ‘Que cuzinho virgem e guloso!’, grunhiu. Começou a bombar, forte, o saco batendo nas nádegas. Eu gritava: ‘Mais fundo! Arromba-me o cu!’. O luxo ao redor – o iate balançando suave, o mar negro, o vinho aberto na mesa – tornava tudo mais sujo, mais intenso. Ele acelerou, mãos nos meus seios, beliscando mamilos duros. Senti o orgasmo vir, a cona vazia latejando. ‘Gozo no teu cu!’, rugiu, jatos quentes enchendo-me, o esperma escorrendo. Eu explodi, corpo convulsionando, unhas cravadas na madeira.
Depois, deitados na cama king size da villa do iate, nus, suados, ele acendeu um charuto cubano. O cheiro misturava-se ao sexo e ao sal. ‘Foi perfeito, Sofia. Privilégio de quem merece’. Eu sorri, o cu latejando docemente, satisfeita como nunca. O João ligou: ‘Gostaste?’. ‘Amo-te, mas isto… foi divino’. Regressei de helicóptero ao amanhecer, corpo marcado, alma plena. Num mundo de excessos, vivi o crème de la crème: luxo e luxúria pura. Ainda sinto o gosto dele na boca.