Acabei de pousar no jet privado em Lisboa, o cheiro de couro novo e champanhe Dom Pérignon ainda no ar. Eu, Mariana, portuguesa de curvas generosas, convidei Pauline, essa bruna elegante e misteriosa, e o seu amante rico, para a minha suite no Four Seasons. A noite portuguesa estava quente, húmida, perfeita para pecados. Entrámos no elevador privativo, o tecido da minha robe de seda roçando a pele, arrepiando-me. Pauline sorriu, os olhos famintos. ‘Queres ver o que eu tenho para ti?’, murmurou ela, voz rouca.
No quarto, lustres de cristal iluminavam a cama king size com lençóis egípcios. Brindámos com vinho espumante, bolhas crepitando na língua. O perfume dela, Chanel N°5, misturava-se ao meu suor leve. Despi-me devagar, os seios pesados balançando livres. Ela e ele observavam, tensos. ‘Vem cá, linda’, disse ele, puxando-me para o sofá de veludo. Beijei Pauline primeiro, língua dançando, mãos apertando os seus quadris firmes. Ele uniu-se, dedos traçando a minha cona já molhada. Mas Pauline… ah, ela hesitou, corando. ‘Espera, eu sou… diferente’, sussurrou.
A Chegada Explosiva ao Hotel de Elite
A tensão subia, o ar carregado de desejo. A vista para o Tejo brilhava lá fora, mas nós éramos o fogo. Ela baixou as calças de seda, e lá estava: uma cona depilada e, acima, um caralho grosso, semi-duro, latejando. Fiquei boquiaberta. ‘Meu Deus, é real?’, gemi. Ele riu. ‘Ela usa como ninguém’. O luxo encontrava o proibido. Toquei, quente, veinoso, crescendo na minha mão.
Não aguentei. Caí de joelhos no tapete persa, engoli o caralho dela inteiro, saliva escorrendo, bolas cheias batendo no queixo. ‘Assim, chupa forte!’, gemeu Pauline, mãos no meu cabelo. Ele fodia-me a boca por trás, alternando. Depois, na cama, ela abriu as minhas pernas, lambeu a cona com fome, clitóris inchado pulsando. ‘Estás encharcada, puta’, rosnou. Enfiei o caralho dela na minha boceta, esticando-me ao limite, gemendo alto. Ele meteu no cu dela, trio perfeito, suor misturando-se ao óleo de massagem com aroma de jasmim.
O Orgasmo Selvagem e Inesquecível
‘Fode-me mais fundo!’, implorei, unhas cravadas nas costas dela. O caralho de Pauline martelava, bolas batendo no meu cu, enquanto eu chupava a dele, engasgando em porra prévia. Virou-me de quatro, ele na cona, ela no cu – dupla penetração selvagem, preenchida toda. ‘Vou gozar!’, urrei, corpo convulsionando, squirt jorrando nos lençóis de mil euros. Ela explodiu primeiro, enchendo-me de leite quente, grosso, escorrendo pelas coxas. Ele veio logo, pintando os meus seios. Lamuriei tudo, misturando sabores salgados com o champanhe ao lado.
No dia seguinte, jet para o Algarve, iate ancorado na baía. Deitados no deck de teca, sol beijando a pele nua, vinho rosé gelado. ‘Foi o melhor da minha vida’, confessei, ainda dolorida mas saciada. Pauline beijou-me. ‘Somos privilegiadas, num mundo de mortais’. O mar balançava suave, como os nossos corpos exaustos. Luxo, luxúria, eternos. Volto sempre por mais.