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Minha Experiência Luxuriosa: Do Hotel 5 Estrelas em Lisboa ao Iate no Algarve

Estava no meu quarto suite no Four Seasons de Lisboa, aqueles tetos vermelhos da cidade brilhando pela janela enorme. O sol da tarde entrava quente, misturado com o cheiro do meu perfume Tom Ford Oud Wood, amadeirado e sensual. Eu, Inês, 38 anos, pele morena do Algarve, cabelo solto ondulado, vestida num vestido de seda preta que roçava a pele como um amante. Ele chegou, o escritor francês que eu editava, quarentão charmoso, barba de três dias, camisa de linho aberta no peito, olhos que devoravam.

Sentei-me no sofá de veludo, pernas cruzadas, salto Louboutin pendurado no pé. Discutíamos o seu último livro, aquela loucura sci-fi sobre o laringe como futuro órgão sexual. ‘É obcecado por gargantas, não é?’, provoquei, mordendo o lábio, voz baixa. Ele sorriu, suou um pouco, o linho colando nas coxas. Ofereci-lhe um copo de champanhe Veuve Clicquot, bolhas crepitando, gelado na língua. A tensão crescia, o ar quente português carregado de desejo. Toquei o seu braço, senti os músculos tensos. ‘Mostra-me como experimentarias isso’, sussurrei, olhos nos dele.

A Tensão no Paraíso de Luxo de Lisboa

Ele hesitou, mas ergueu-se, desabotoou a camisa. Eu me ajoelhei devagar, a seda do vestido subindo nas coxas, o calor da noite lisboeta na pele nua por baixo. Desci a braguilha, o pau dele saltou, grosso, veias pulsantes, cabeça inchada. ‘Chupa-me a garganta, como no teu livro’, ordenei, voz rouca. Peguei na base, lambi devagar da raiz à glande, saliva escorrendo. Ele gemeu, mãos nos meus cabelos. Empurrei a boca, engoli até o fundo, o laringe apertando, garganta convulsionando em volta do caralho dele. ‘Porra, Inês, assim…’, grunhiu ele, fodendo a minha boca com estocadas profundas.

O Clímax Selvagem e o Depois Inesquecível

Saliva misturada com pré-gozo escorria pelo queixo, o cheiro almiscarado dele preenchendo o quarto. Acelerei, sugando forte, língua rodando na glande, garganta aberta como uma cona gulosa. Ele agarrou a minha cabeça, fodeu selvagem, bolas batendo no meu queixo. ‘Vou gozar na tua garganta futura!’, rosnou. Senti o jorro quente, espesso, enchendo-me, engoli tudo, gemendo vibrando no pau dele. Ele tremeu, caiu no sofá, eu lambi os lábios, sabor salgado na boca.

Depois, contrecoup perfeito. Liguei para o meu piloto, jet privado nos esperava no aeroporto. Voamos para o Algarve, eu nua sob um robe de cashmere, ele recuperando. Aterramos na villa privada em cliffs de Portimão, iate ancorado na baía turquesa. No deck do yacht, sob estrelas, vinho verde pétillant gelado, corpo dele de novo duro contra o meu. Fodemo-nos devagar na cabine de mármore, ondas balançando. Acordei na cama king size da villa, lençóis de fio 1000, vista para o mar, corpo dolorido de prazer. Privilégio puro, luxo misturado com luxúria crua. Volteria a viver isto mil vezes. Aquela garganta minha, agora orgão de puro êxtase.

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