Acabei de voltar dessa viagem. Meu corpo ainda treme. Tudo começou no Tivoli Palacio de Seteais, em Lisboa. O ar cheirava a jasmim e maresia. Check-in no quarto presidencial, lençóis de seda egípcia roçando minha pele nua. Ela… Ana, minha amante secreta, milionária de olhos verdes. Vestido de Givenchy colado ao corpo, perfume Chanel No. 5 me envolvendo como um beijo.
Sentamo-nos na varanda. Copos de champanhe Dom Pérignon borbulhavam. A noite portuguesa quente, úmida. ‘Queres saber o que penso?’, sussurrou ela, mão na minha coxa. Eu hesitei. Meu coração acelerou. Seus dedos subiram devagar, roçando a renda da minha calcinha. Pensei na filha dela, a jovem Sofia, de 22 anos, que vi em fotos. Curvas perfeitas, lábios carnudos. Mas não disse nada. Apenas gemi baixinho.
A Atmosfera de Luxo e a Tensão Crescente
De repente, jet privado nos levou à Algarve. O ronco dos motores, o céu estrelado pela janela. No iate ancorado na baía de Lagos, o sal do mar misturava-se ao suor. Eu… nua no deck, o vento acaríciando meus seios. Ana me observava, bebendo vinho verde gelado. ‘Toca-te para mim’, ordenou. Minhas mãos desceram. Dedos na minha cona molhada, imaginando Sofia lambendo-me. Ela viu. Sorriu maliciosamente. ‘É dela que pensas, não é?’
Não neguei. A tensão explodiu. Ela me puxou para a cabine de luxo, tapetes persas sob os pés. ‘Vou te dar o que queres, mas melhor.’ Deitou-me na cama king size, lençóis de cetim. Seus lábios nos meus mamilos duros, chupando forte. ‘Abre as pernas, vadia.’ Obedeci. Sua língua na minha boceta, lambendo o clitóris inchado. ‘Que delícia, tão molhada.’ Enfiou dois dedos, fodendo-me ritmado. Eu gritava: ‘Mais, Ana! Fode-me!’
O Clímax Selvagem no Iate e Vila Privada
Ela pegou o vibrador de strass, enorme. ‘Imagina a Sofia aqui.’ Lubrificou com minha baba. Empurrou na minha rosinha apertada. Dor e prazer misturados. ‘Arromba-me!’, implorei. Ela bombava forte, a outra mão na cona, dedilhando o grelo. Gozei jorrando, esguichando no rosto dela. ‘Bebe tudo, puta.’ Ela lambeu, rindo. Depois, sentou na minha cara. ‘Lambe a minha cona gorda.’ Cheirava a luxúria, salgada e doce. Minha língua fundo, chupando os lábios inchados. Dedos na bunda dela, abrindo o cu. ‘Sim, fode o meu rabo com a língua!’
Trocamos. 69 no iate balançando. Bocetas se esfregando, sucos misturando. Ela me fodeu com um strap-on de couro italiano, grossa como um braço. ‘Sente isso na tua boceta gulosa.’ Eu cavalgava, seios balançando. Gozamos juntas, gritando no vento da noite. Depois, na villa privada em cliffs da Algarve, piscina infinita. Banho de espuma com óleos essenciais, corpos colados. Ela mijou na minha boca, quente e salgado. ‘Bebe, minha escrava de luxo.’ Engoli, excitada.
Agora, de volta, sinto-me privilegiada. Esse prazer selvagem no meio do luxo… inigualável. O cheiro dela ainda na minha pele, o gosto do champanhe e da cona. Ninguém entende. Mas eu vivi o paraíso. Quero mais. Sempre mais.