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Noites de Luxo em Lisboa e Algarve: Minha Primeira Noite Selvagem

Eu tinha 28 anos, advogada em Lisboa, acabara de sair de uma reunião no Chiado. O sol de maio batia forte, o ar cheirava a mar e jasmim. Freio no sinal, bum! Uma Mercedes preta embateu atrás. Desço, nervosa. Ele sai: alto, olhos escuros, fato impecável Armani. ‘Desculpa, estava distraído. Deixa-me tratar disto.’ Miguel, 42 anos, empresário rico. Insiste em me levar ao seu hotel, o Four Seasons, ali perto. ‘Só para chamarmos o mecânico.’

Entro na suite presidencial. Piso de mármore frio, vista para o Tejo, cheiro de lavanda fresca do difusor Diptyque. Ele telefona, oferece champanhe Dom Pérignon gelado. Brindamos. ‘À sorte de te conhecer, Inês.’ Os lábios dele roçam os meus ao beber. Coração acelera. Conversamos, ele divorciado, sem filhos, vida de jet-set. Mãos dele no meu braço, pele arrepiada. ‘Queres jantar? Aqui mesmo, candlelight.’ Aceito, tremendo.

A Chegada ao Mundo de Luxo e o Desejo que Cresce

Banho rápido no spa do hotel, óleo essencial de ylang-ylang na pele. Visto robe de seda preta, escorre suave. Ele chega com caviar e lagosta do room service. Noite quente portuguesa entra pela varanda. Bebemos vinho verde pétula, fresco, bolhas na língua. Ele beija-me o pescoço. ‘Cheiras a paraíso.’ Mãos dele na minha cintura, sinto o volume no fato. ‘Vamos para o Algarve amanhã? Jet privado, iate meu na marina de Vilamoura, villa isolada.’ Imagino já: sol dourado, ondas, desejo livre. Digo sim, voz rouca.

Jet decola ao amanhecer, couro macio nos assentos, mimosa servida. Chegamos à villa: infinity pool para o mar, cama king size com lençóis de linho egípcio. Mas primeiro, iate branco reluzente. Ele ao leme, vento salgado no cabelo. ‘Despir-te aqui?’ Eu, só biquíni fio dental. Ele para, puxa-me. Beijo feroz, língua quente. ‘Quero-te agora, Inês. A tua cona há de ser minha.’

A Luxúria Selvagem no Iate e a Explosão de Prazer

No deck, sol queima a pele. Ele arranca o biquíni, mamas livres, mamilos duros. Chupa-os voraz, dentes leves. ‘Deliciosas.’ Deito-me no colchão almofadado, pernas abertas. Cheiro a sal e excitação. Dedos dele na minha cona molhada, já escorrendo. ‘Tão apertadinha, virgem de prazer assim.’ Lambe devagar, língua no clitóris inchado, chupa forte. Grito: ‘Sim, fode-me com a boca!’ Insere dois dedos, bombeia, suga. Orgasmo explode, corpo arqueia, sumo jorra.

‘Agora o meu caralho.’ Ele nu, pau grosso, veias pulsantes, 20cm ereto. ‘Chupa-o.’ Ajoelho, engulo, saliva escorre, bolas cheias na mão. Ele geme: ‘Boa putinha.’ Deito de quatro, ele lubrifica com minha baba. ‘Vou foder-te selvagem.’ Entra devagar, estica-me toda. ‘Caralho, que coninha gulosa!’ Bombeia forte, tapa na bunda vermelha. ‘Gostas? Diz!’ ‘Fode-me mais, enche-me!’ Muda para anal, lento: ‘Relaxa o cu.’ Dói no início, depois prazer louco. Dedos no clitóris, gozo anal, ele ejacula dentro: ‘Toma o leite todo!’

Noite na villa, ducha quente, espuma Chanel. Ele lava-me a cona inchada, sêmen escorre coxas. Na cama, cheiro a sândalo. Abraçados, vinho do Porto na boca. ‘Foi mágico, Inês. Tu és luxo puro.’ Sinto-me rainha, corpo saciado, alma cheia. Jet volta a Lisboa, mas sei: voltarei. Este privilégio, esta luxúria elite, mudou-me para sempre. Cada memória – o sal, o gemido, o cheiro – me molha ainda.

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