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A Minha Noite de Luxúria Selvagem no Yacht do Algarve

Acabei de aterrar do jet privado, o corpo ainda a vibrar com a viagem. Ele, o meu amante perfeito, escolheu-me para isto tudo. Oitenta dias para nos testarmos, oito aventuras intensas. Começámos em Lisboa, no Tivoli Palacio de Seteais, um palácio 5 estrelas com vistas para o Tejo. O ar quente da noite portuguesa envolvia-nos, misturado com o cheiro do seu perfume Tom Ford Oud Wood, amadeirado e caro. Entrei no quarto, a camisola de seda preta roçando na pele nua por baixo. Ele esperava-me nu, só com uma toalha, o copo de champanhe Veuve Clicquot na mão.

‘Vem cá, minha portuguesa safada’, murmurou, os olhos famintos. Bebi o pétillant gelado, bolhas a rebentar na língua, enquanto ele me puxava para o jacuzzi privado. A água quente lambia-nos as coxas, as luzes da cidade piscavam ao fundo. As mãos dele subiam pelas minhas pernas, demoradas, sentindo a seda molhada colar-se à cona já húmida. Eu gemi baixinho, ‘devagar, quero saborear’. Ele riu, beijou-me o pescoço, a barba picante a arrepiar-me. A tensão crescia, os mamilos duros contra o tecido fino. Noite portuguesa quente, suor misturado com champanhe.

A Atmosfera Elétrica no Hotel de Lisboa

No dia seguinte, helicóptero para o Algarve. Directo para o yacht privado ancorado na Marina de Vilamoura. Branco imaculado, 40 metros de puro luxo, tripulação discreta. Subimos a bordo, o sol poente tingia o mar de laranja. Eu vestida só com um bikini La Perla, fio dental que mal cobria a cona depilada. Ele, calções justos, o caralho já meia-bomba visível. No deck superior, caviar e prosecco, o sal do mar no ar. ‘Quero-te agora’, disse eu, puxando-o para a cabine master. As paredes forradas de mogno, lençóis de algodão egípcio 1000 fios.

Empurrei-o para a cama king size, montei-lhe em cima. ‘Fode-me como um animal’, ordenei, crua. Arrancou-me o bikini, os dentes nos mamilos, mordendo forte. A cona latejava, eu esfregava-a no pau dele, duro como pedra, veias saltadas. ‘Estás encharcada, puta luxuosa’, rosnou ele, enfiando dois dedos na minha fenda molhada, curvando para acertar no ponto G. Gritei, ‘mais fundo, caralho!’. Ele virou-me de costas, cuspiu na mão, lubrificou o cu apertado. ‘Quero esse rabo todo’, disse, empurrando a cabeça grossa do caralho contra o anel. Entrei devagar, centímetro a centímetro, a dor misturada com prazer selvagem. ‘Fode o meu cu, rasga-me!’, implorei, as unhas cravadas nos lençóis de seda.

O Êxtase Selvagem a Bordo do Yacht

Bombava forte, bolas a bater na cona, suor a pingar. Eu masturbava a clitóris inchada, ondas de gozo a subir. ‘Vou-te encher de porra’, grunhiu ele, acelerando. Gozei primeiro, o cu a contrair em espasmos, esguichando sumo na cama de luxo. Ele explodiu logo depois, jatos quentes a inundar-me as entranhas, gemendo como um touro. Caímos exaustos, o cheiro de sexo cru no ar condicionado, o mar a balançar-nos suavemente.

Depois, no deck sob as estrelas, nuos e pegajosos, prosecco de novo. Senti-me rainha, privilegiada. Ele beijou-me a testa, ‘és insaciável, minha deusa’. O corpo dormente de prazer, o cu latejante com a porra dele a escorrer. Aquela noite no yacht, misturando luxo e luxúria pura, selou-nos. Impaciente pela próxima aventura dele. ‘Vai ser pesado’, ri-me, sabendo que o teste continua.

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