Ontem à noite, ainda sinto o corpo a tremer. Tudo começou no hotel Pestana Palace, em Lisboa. Cheguei de jato privado, o ar cheirava a couro novo e champanhe Dom Pérignon. Alvaro, o meu homem, esperava-me no suite presidencial. Ele é alto, musculado, com um cheiro a Creed Aventus que me deixa tonta. ‘Vem cá, minha putinha portuguesa’, sussurrou, puxando-me pela cintura. O vestido de seda preta deslizava na pele, os mamilos endureciam com o toque.
Sentámo-nos na varanda, a noite quente de Lisboa envolvia-nos. Brindámos com vinho verde espumante, pétalas de morango no copo. ‘Sentes falta da minha caralho esta semana?’, perguntou, a mão subindo pela minha coxa. Hum… sim, molhei só de ouvir. Ele mandou-me levantar a saia, ‘Mostra-me essa cona gulosa’. Os dedos dele entraram devagar, eu gemi, o trânsito lá em baixo era o nosso segredo. ‘Hoje vais ser minha fêmea total’, disse, beijando-me o pescoço.
A Atmosfera de Luxo e a Tensão Crescente
De repente, ‘Vamos para o iate na Algarve’. Jato privado nos esperava no aeroporto. No ar, ele despiu-me devagar, a luz das estrelas entrava pela janela. Chegámos ao porto de Vilamoura ao pôr do sol, o iate branco brilhava como um sonho. Subimos, o deck de teca aquecida sob os pés descalços. O cheiro a sal e jasmim da noite algarvia misturava-se ao perfume dele. Serviram-nos ostras com caviar, eu de lingerie de renda preta, ele nu, o caralho já meia-bandeira.
No quarto principal, velas acesas, lençóis de seda egípcia. Ele deitou-me na cama king size, a proa balançava suavemente. ‘Abre as pernas, Alexandra’, chamou-me assim, como no início da nossa loucura. Eu obedeci, a cona latejava. Ele lambeu-me devagar, a língua no clitóris, dedos no cu. ‘Estás pronta para me foderes como uma cadela?’. Sim, por favor…
O Sexo Intenso e Selvagem no Iate
Ele virou-me de quatro, o espelho enorme mostrava tudo. O caralho dele, grosso, veiudo, roçou a entrada da cona. ‘Pede, vadia’. ‘Fode-me, Alvaro, enche-me a cona com essa caralho enorme!’. Entrou de rompante, ahhh!, parti ao meio. Cada estocada batia no fundo, as bolas dele batiam no meu clitóris. ‘Gostas de ser minha puta de luxo?’, grunhiu, puxando o cabelo. Sim, fode mais forte! Mudou para o cu, lubrificado com óleo de massagem Tom Ford. ‘Relaxa essa rodelinha apertada’. Deslizou devagar, depois acelerou, eu gritava, o iate balançava connosco.
Dois tripulantes negros, convidados dele, assistiam da porta, punhetando caralhos monstros. ‘Ela aguenta Black?’, riram. Alvaro: ‘Só eu a fodo, mas podem gozar na cara dela’. Ele bombava o cu sem piedade, eu gozei primeiro, esguichando na seda. Ele explodiu dentro, jatos quentes a encher-me. Os outros aproximaram-se, punhetas rápidas, esperma grosso na minha cara, boca, tetas. Eu lambi, o gosto salgado misturado ao sal do mar.
Depois, no jacuzzi do iate, água quente a lavar o suor. Ele abraçou-me, ‘Foste perfeita, minha fêmea’. Senti-me privilegiada, rainha da luxúria. Villa de luxo esperava-nos em terra, mas adormecemos ali, corpos entrelaçados. Esta vida de desejo e elegance… nunca mais quero outra. Foi épico, real, meu.