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Noite de Luxúria Selvagem no Hotel de 5 Estrelas e Iate no Algarve

Acabei de voltar dessa viagem louca. Eu, uma portuguesa de sangue quente, em Lisboa no Tivoli Palacio de Seteais, um hotel 5 estrelas com vistas para o Tejo que deixam qualquer um sem fôlego. O ar cheirava a jasmim e mar, misturado com o perfume Chanel Nº5 que borrifei no pescoço. Diogo, o meu guia privado – professor de história na Universidade de Lisboa, mas com um corpo de deus grego – organizou tudo. Jet privado de Paris, champanhe Dom Pérignon gelado à chegada. Ele é elegante, mas os olhos dele… famintos.

Sentámo-nos no terraço privativo, o sol poente tingindo tudo de ouro. Eu vestia um crop top de seda branca que mal cobria os meus seios firmes, e um shortinho apertado que marcava cada curva da minha cona inchada de desejo. Ele evitou olhar, mas eu via o volume na calça. Jantámos ostras frescas, caviar, vinho verde pétillante que explodia na boca como um beijo molhado. ‘Diogo, conta-me mais sobre o Algarve’, disse eu, roçando a perna na dele debaixo da mesa. Ele tossiu, aclarou a voz. ‘Não sou só guia, sou professor. Mas esta noite… vais ver o lado selvagem.’ A tensão crescia, o calor da noite portuguesa a queimar a pele. Eu apertava as coxas, a humidade já escorrendo.

A Tensão no Paraíso de Luxo

Depois do jantar, helicóptero para o iate ancorado na costa do Algarve. Villa privada na praia, com areia dourada infinita, não aquele cinzento qualquer. O iate balançava suavemente, cheiro a sal e loção solar de luxo. Diogo preparou o fogo na praia, mas eu impaciente. ‘Vem cá, touiller a minha sopa a ferver’, provoquei, sentindo os mamilos duros contra a seda. Ele riu, ‘Em madeira dura, titânio puro.’ Deitou-se ao meu lado, ergueu o top, chupou os meus peitos brancos, as tetas endurecidas. A mão dele desceu, enfiou-se no short, dedos no meu monte de Vénus depilado, lábios carnudos já abertos e melados.

Eu despi tudo, ele também. 69 no tapete de areia fina, como seda. A boca dele na minha cona: língua larga lambendo as bordas gorduchas, ignorando o clitóris inchado de propósito, chupando o mel que escorria. Eu gabei o caralho dele, grosso, veias pulsantes, bolas pesadas. ‘Porra, estás a copiar-me!’, pensei, tremendo. Ele atacou o botão, língua afiada, e eu explodi. O orgasmo veio como tsunami, corpo arqueado, gritando, ‘Fode, Diogo, fode-me já!’ Risos, lágrimas, gozo eterno, ondas a varrer-me.

Explosão de Prazer Sem Limites

Levantei-me, equilíbrio de mãos na areia morna – queria experimentar. Pernas cruzadas na nuca dele, cona exposta. O caralho deslizou na fenda molhada, roçando o clitóris, mas a penetração doía. ‘Brouette tailandesa!’, disse ele, erguendo-me pelos braços. Agora sim: foda brutal, caralho a ramonar a cona apertada, batendo no útero, lubrificando tudo. ‘Devagar, cabrão!’, mas ele fodia sem dó, pistões selvagens. Braços fraquejaram, caí na areia. Ele não parou: abriu as nádegas, enfiou no cu sem aviso. ‘Aaaah!’, gritei, mas virou riso. Alargou-me o cu, fodeu como animal, bolas batendo. Senti-o pulsar, gozou dentro, e eu com ele, gozo anal insano, corpo mole de prazer.

Ficámos ali, ele ainda dentro, gomo escorrendo. Senti-me rainha, privilegiada nesse luxo selvagem. Praia privada, iate à espera, villa com cama king size. De repente, gritos: ‘Simbayoro! Arrakayu!’ Figuras na penumbra, olhos brancos pelo fogo. Escravos modernos? Convidados do iate? O coração acelerou, mas Diogo riu: ‘Amigos do clã exclusivo. A festa continua.’ Luxúria pura, vida de elite. Nunca me senti tão viva, tão fodida e satisfeita.

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