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A Orgia Luxuosa no Iate da Algarve: Minha Noite de Prazer Sem Limites

Acabei de voltar dessa loucura. Meu corpo ainda treme. Cheguei a Lisboa de jet privado, o cheiro de couro novo e champanhe Dom Pérignon no ar. O hotel five stars no Chiado, o Bairro Alto Hotel, com vistas para o Tejo dourado pelo pôr do sol. Eu, vestida num robe de seda preta que roçava minha pele como um amante. Carnivora, minha irmã de desejos, já esperava no lobby, os seios apertados num top de látex rosa, o perfume Chanel No. 5 misturado ao suor da expectativa. Sodomia e Masochista, as gêmeas loiras, riam baixinho, as coxas expostas em meias de rede, saltos Louboutin ecoando no mármore. Verba, a morena de olhos verdes, fumava um cigarro fino, o vestido plissado subindo devagar.

Subimos pro rooftop bar. A noite portuguesa quente, úmida, o ar cheirando a jasmim e mar. Copos de vinho verde pétillante gelado na mão. ‘Amor, você tá molhada já?’, Carnivora sussurrou no meu ouvido, a mão dela escorregando pela minha coxa. Eu ri, nervosa, excitada. O bartender nos serviu ostras frescas, o gosto salgado na língua como um beijo prévio. A tensão crescia. Olhares famintos. Dedos roçando. Meu coração batia forte contra a seda.

A Chegada ao Paraíso de Luxo

De jet pra Algarve no dia seguinte. O iate branco, 50 metros de puro luxo ancorado na baía de Lagos. Villa privativa ao lado, piscina infinita. Sol poente tingindo tudo de laranja. Despimos tudo na coberta. A brisa do Atlântico arrepiando a pele nua. Carnivora de joelhos, chupando meu clitóris devagar, a língua quente, molhada. ‘Hmm, que delícia tua cona, tão doce’, gemeu ela. Sodomia e Masochista se beijavam, os seios roçando, mamilos duros como diamantes. Verba servia prosecco, gotas escorrendo pelos corpos.

Eu me deitei no deque de teca aquecida. Carnivora montou em mim, tribbing feroz, nossas conas se esfregando, sucos misturando. ‘Fode mais forte!’, eu ordenei, as unhas cravando nas costas dela. O iate balançava suave. Então, o homem chegou – o capitão, alto, moreno, pauzão meia-bomba. ‘Vem, caralho, me come!’, eu gritei. Ele enfiou na minha boceta de uma vez, fundo, rasgando. Eu gozei na hora, esguichando no convés. Porra escorrendo.

O Clímax Selvagem no Mar

Sodomia pegou o pau dele agora, chupando com voracidade, engolindo até a garganta. ‘Olha como eu engulo tudo, puta’, provocou. Masochista sentou na cara dele, a bunda perfeita abafando gemidos. Eu lambi a cona dela, salgada, inchada, dedando o cu apertado. Carnivora se esfregava nos meus peitos, mordendo mamilos. Verba filmava, rindo: ‘Isso vai ser nosso segredo eterno’. Ele metia em Sodomia agora, o som de pele batendo ecoando no mar. ‘Tua boceta é um vício!’, rosnou ele. Ela gozou gritando, corpo convulsionando.

Troca de posições. Eu no pau dele, reversa, vendo o mar negro. Carnivora lambia minhas bolas – espera, meu clitóris e cu. As gêmeas se comiam 69, línguas mergulhando. Ele me fodia selvagem, bolas batendo na minha raba. ‘Vou gozar, porra!’, avisei. Ele puxou pra fora e jorrou na minha cara, quente, grosso, cinco jatos cobrindo olhos, boca. As meninas lamberam tudo, línguas competindo pelo esperma. Eu beijei Carnivora, trocando o gosto salgado.

Depois, na villa, banhos de espuma com óleos essenciais, corpos exaustos entrelaçados em lençóis de 1000 fios. Prosecco gelado na pele. Rimos, fumamos charutos cubanos. ‘Isso é vida de rainha’, sussurrei. O privilégio de ser livre, de devorar prazer sem freios. Meu corpo marcado por chupões, mas a alma saciada. Na Algarve quente, sob estrelas, sou deusa. Volto sempre. Sem arrependimentos. Só desejo por mais.

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