Acabei de voltar de uma viagem insana. Cheguei de jet privado a Lisboa, direto pro meu hotel de 5 estrelas no Chiado. O ar cheirava a jasmim e mar, a noite portuguesa quente abraçando a pele. Lá conheci o Miguel, um arquiteto convidado pro mesmo evento VIP. Olhos castanhos intensos, corpo esguio mas forte, terno Tom Ford que moldava tudo. Conversamos no bar, copos de champanhe Veuve Clicquot borbulhando na boca, doce e fresco. Ele me olhava como se quisesse me devorar devagar.
No dia seguinte, yacht privativo nos levou pra Algarve. Minha villa de luxo esperava: piscina infinita pro mar, lençóis de seda egípcia na cama king size, perfume de lavanda e sândalo no ar. Eu… fantasiava com ele desde Lisboa. Deixei minha tanga preta de renda francesa no banheiro, ainda com o cheiro do meu desejo, misturado ao sabonete Diptyque. Saí pra um passeio rápido na praia, o sol queimando a pele nua sob o biquíni fio dental.
A Tensão no Ar da Villa Exclusiva
Voltei mais cedo. Ouvi suspiros no quarto principal. Espiei pela porta entreaberta. Meu Deus… Miguel ali, de pé, short abaixado, a mão direita apertando o caralho duro como pedra. Minha tanga enroscada na base, o elástico sob as bolas pesadas, a renda preta escorregando no pau latejante. Ele cheirava a cueca no rosto, olhos fechados, gemendo meu nome baixinho: “Inês… Inês…”. O pau brilhava de pré-gozo, veias pulsando. Meu corpo tremeu. A cona já molhava entre as pernas.
Não resisti. Entrei devagar, o coração batendo forte. Ele abriu os olhos, surpreso, mas não parou. Sorri, trêmula. “Continua, Miguel… Eu quero ver.” Ele corou, mas a mão acelerou. Levei pro salão, sofás de couro italiano macios como pele. “Tira tudo”, disse, voz rouca. Ele obedeceu, pau apontando pro teto, bolas cheias balançando. Eu tirei o vestido, só a tanga fina. Sentei no sofá oposto, pernas abertas, o ar quente da noite entrando pelas janelas.
O Clímax Selvagem e o Depois Inesquecível
Olhos nos olhos, comecei. Dedos deslizando na tanga encharcada, sentindo o clitóris inchado. “Mostra tudo”, ele pediu, voz grossa. Tirei a tanga, cona depilada aberta, lábios rosados brilhando de mel. Dois dedos entraram fácil, fundo, clapotando. Ele gemia, punhetando furioso com minha tanga no pau. “Que caralho grosso… Goza pra mim.” O cheiro de sexo misturava ao vinho pétillant que abri, goles frios na garganta seca. Acelerei, polegar no clitóris, gemendo alto: “Ah, fode… Miguel, olha minha cona pingando.”
Ele grunhiu: “Inês, tua boceta é perfeita… Quero te foder.” Não tocamos. Só olhares queimando. Meu orgasmo veio brutal, corpo convulsionando no sofá, jatos quentes molhando as coxas, dedos enfiados até o talo, gritando seu nome. Ele esperou, olhos vidrados na minha gozada selvagem. Então explodiu: “Vou gozar… porra!” Pau inchado, bolas contraídas, jatos grossos de porra branca voando, encharcando a barriga, o peito, pingos na tanga. Cinco, seis golfadas, gemendo rouco.
Ficamos ofegantes, suor brilhando na pele dourada pelo sol. Limpei com toalhas de linho egípcio, ri nervosa. “Isso foi… incrível.” Ele sorriu, puxando-me pra um beijo leve, sem culpa. Voltamos pro yacht ao pôr do sol, champanhe de novo, corpos relaxados. Senti-me rainha, privilegiada nesse mundo de luxo onde desejo vira arte. Aquele momento, cru e elegante, fica pra sempre. Quero mais.