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Confissões de Luxúria: Uma Noite Selvagem entre Jet Privado e Villa em Algarve

Acabei de voltar de uma loucura inesquecível. Vivo num prédio de luxo no Chiado, Lisboa. Meus vizinhos de baixo, um casal simpático de 65 anos, sempre tão queridos. O filho deles, o Miguel, 32 anos, corpo esguio mas musculado, olhos que perfuram. Ele me liga: ‘O portátil na minha villa em Algarve está lento. Vens ajudar? Jet privado te leva.’ Como recusar?

Chegamos ao Four Seasons, suite presidencial com vista para o Tejo. O ar cheira a jasmim fresco e o perfume dele, Acqua di Parma Colonia, inebriante. Copos de Veuve Clicquot gelado tilintam. Seda dos lençóis roça a pele nua dos braços. Instalamo-nos na secretária de mármore. Limpo o PC, reinicio. Ao pesquisar software, o histórico surge: sites de histórias eróticas, primeiras vezes entre amigos, paus duros, bucetas molhadas.

A Atmosfera de Luxo e a Tensão que Cresce

Paro a digitação devagar. Olho-o. Ele cora, vermelho como o pôr do sol português. ‘Eu adoro estes sites também. Visito sempre’, digo, voz baixa. ‘Sério? Não estás casada?’ ‘Não, mas sempre curti histórias entre homens e mulheres, o proibido.’ Silêncio quente. A glace quebra. ‘Já tiveste aventuras assim?’ ‘Sim, no liceu, chupava o caralho do meu melhor amigo regularmente.’ Ele ri nervoso. ‘Eu comecei com uma amiga. Masturbávamo-nos juntos a ver pornos roubados. Uma noite, pais fora, nus no sofá, volume baixo para não acordar vizinhos. Brinquei com a cona dela, ela gozou na minha mão.’ Seus olhos brilham, excitação palpável. O calor da noite entra pela janela aberta.

Lemos histórias juntos. Meu vestido de seda preta gruda na pele suada. Ele banda, eu molho. ‘Queres café?’ ‘Não… prefiro provar o teu sexo.’ Sorri malicioso.

Levanto-me, deslizo o vestido. Fico nua, seios firmes ao ar. Ele ajoelha, mãos nas minhas coxas. Língua no clitóris, devagar. ‘Hmm, que delícia molhada.’ Gemo, mãos no cabelo dele. Sabor do champanhe na boca dele misturado ao meu.

Eu o empurro no sofá de veludo. Desabotoo calças. Pica de 18 cm, veia pulsando, pré-gozo na cabeça. Lambe o glande, chupo inteiro. Bolas lisas, cheiro almiscarado. Ele geme: ‘Caralho, que boca.’

O Sexo Intenso: Luxo Encontra Luxúria Selvagem

Desço, lambo entre bolas e cu. Ele abre pernas, levanta ancas. ‘Nunca me lamberam aí… continua.’ Língua no buraco rosado, sem pelo. Ele treme. Enfio dedo lubrificado, depois dois. ‘Fode-me assim.’ Gemo alto, ritmo rápido. Subo, chupo tetas dele duras, beijo paixão, línguas dançam.

Viro-o, lubrificante Tom Ford na mesa. Ele entrega preservativo: ‘Devagar, primeira vez assim.’ Enfio devagar, glande entra, depois todo. Olhar de puta nos olhos dele. Bombo como cadela, gemidos abafados pelo mar ao fundo. Mudo posição, a quatro patas na cama king size. Pilo forte, mão na pica dele, outra no mamilo. ‘Beija-me ou grito.’ Beijo faminto. ‘Quero o teu leite na boca.’ Saio, tiro borracha, ele mama voraz. Gozo jatos quentes na garganta dele. Ele limpa tudo, pernas tremem.

Pego pica dele dura: ‘Goza em mim.’ Ele explode no meu peito, quente, viscoso.

Exaustos, deitamos nos lençóis amarrotados. Amanhece no Algarve, yacht nos espera para volta. Jet privado nos leva, eu nua no banco de couro. Sinto-me privilegiada, rainha de um prazer raro. Ele manda mail: ‘Próxima villa, mais histórias.’ O corpo ainda pulsa. Luxo e luxúria, perfeito.

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