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Minha Noite de Luxúria no Jet Privado e Iate em Algarve

Sexta-feira à noite. Acabo de chegar do trabalho. O telemóvel vibra. Número desconhecido, mas a voz… É o meu primo Ricardo, sussurrando do jet privado. ‘Inês, preciso de ti agora. Vem para o Tivoli em Lisboa. Um acidente bloqueou tudo, mas eu resolvo.’ Hesito. O coração acelera. ‘Está bem, chego em meia hora.’

No lobby do hotel 5 estrelas, o ar cheira a jasmim e Chanel No. 5. Ele espera, elegante em fato Tom Ford, olhos famintos. Abraça-me, a mão desce à curva das minhas costas. ‘O calor da noite lisboeta já me excita’, digo, sentindo a seda do vestido colar à pele suada. Brindamos com espumante gelado, o Dom Pérignon explode em bolhas na boca, doce e ácido.

A Chegada ao Éden de Luxo e a Tensão Crescente

De repente, ‘Vamos para o Algarve. Jet pronto.’ No jato, tapetes persas, couro italiano. Ele serve vinho do Porto, encorpado, quente na garganta. As luzes da cidade diminuem. Mãos dele na minha coxa, subindo devagar. ‘Tira os collants, faz calor aqui dentro’, murmura. Obedeço, a meia-desliza, revelando pele nua. Ele entrega escarpins Louboutin vermelhos. ‘Prova estes. Perfeitos para as tuas pernas.’ Levanto-me, ando, o clique dos saltos ecoa. Sinto-me uma deusa. Sem cuecas, o ar fresco entre as pernas molha-me já.

Chegamos à marina. Iate branco, 40 metros, luzes suaves. O cheiro a sal e maresia mistura-se ao perfume dele, Creed Aventus. Subimos a bordo. Villa privativa à vista, piscina infinita. Ele abre o robe de seda, veste-me só com os saltos e um fio de pérolas. ‘Dança para mim.’ O vinho pétillante na mão, balanço os quadris, os seios firmes livres, mamilos endurecidos pelo vento quente algarvio.

‘Estás molhada’, diz, dedo traçando a minha fenda depilada. Gemo. ‘Sim, caralho, toca-me.’ Ele ri baixo, beija o pescoço, mordendo suave. A tensão explode.

O Êxtase Selvagem no Iate Sob as Estrelas

No deck, sob estrelas, ele empurra-me contra a balaustrada. ‘Quero foder-te agora.’ Rasga o robe, expondo-me. A sua boca no meu clitóris, língua chupando voraz, dedos abrindo a cona encharcada. ‘Que delícia, Inês, pingas como uma puta.’ Grito, as pernas tremem. ‘Come-me toda!’ Ele vira-me, pau duro roçando o cu. Lubrifico com saliva, ele enfia dois dedos, esticando. ‘Vai devagar, primo, é a primeira vez aí.’ Mas empurro para trás, gulosa.

Preservativo? ‘Não, a cru, fode-me selvagem.’ O caralho dele, grosso, entra no cu centímetro a centímetro. Dor doce vira prazer. ‘Porra, que cu apertado!’ Pompa forte, bolas batendo na cona. Eu masturbo o clitóris, gozo gritando, esguichando no deck. Ele acelera, ‘Vou gozar dentro!’ Enche-me, quente, escorrendo. Viro, chupo o resto, gosto do sal do mar e do seu porra.

Depois, no jacuzzi, bolhas massageiam a pele. Abraçados, vinho na mão. ‘Foi foda, Ricardo. Luxo e luxúria pura.’ Ele sorri, ‘Somos privilegiados, minha deusa portuguesa.’ Sinto-me rainha, saciada, o corpo dormente de prazer. Amanhã, mais. Esta noite mudou tudo.

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