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Noite de Luxúria em Lisboa: Meu Encontro Selvagem com Don’ no Hotel 5 Estrelas

Estou aqui, ainda com o corpo a tremer. Ontem… ou foi hoje? Tudo parece um sonho húmido. No bar do Four Seasons em Lisboa, luzes douradas, cheiro de Creed Aventus no ar, misturado com o sal da noite portuguesa. Eu, de vestido de seda preta colado à pele, pernas cruzadas, copo de Moët na mão. Bolhas crepitam na língua, frescas, doces.

Olho para ele. Don’, de costas, corpo esguio de dois metros, ombros largos, músculos finos como obsidiana. Boxer branco a moldar as nádegas firmes. Ele mexe na máquina de café na suite presidencial. Penso na noite… no desejo que acordou tudo.

A Tensão no Hotel de Elite e o Jet para o Paraíso

A festa era VIP, celebração do contrato NBA dele. Jogadores, staff, champagne à discrição do presidente. Eu vim com amigas, aniversário de uma. Risos, toasts. ‘Olha aquele negro, Carla, que máquina!’, diziam elas. Eu calo-me, mas sinto o calor entre as coxas.

Dançamos no lounge privativo. Corpos colam no ritmo do fado eletrónico. Mãos dele na minha cintura, respiração quente no pescoço. ‘Vens comigo?’, sussurra com sotaque americano. Sim. Sem hesitar.

No elevador, beijos famintos. Línguas dançam, mãos exploram. Chegamos à suite: vista para o Tejo, lençóis de seda egípcia, aroma de jasmim. Ele manda jet privado para Algarve. ‘Quero-te no meu iate.’ Coração acelera. Despeço-me das amigas por mensagem. Partimos ao amanhecer, céu rosa, eu nua sob o cobertor de cashmere.

Aterramos na pista privada. Carro nos leva à marina. Iate branco, 40 metros, luzes suaves. Subimos, brisa quente da noite algarvia acaricia a pele. Champanhe gelado, morangos mergulhados. Ele me beija, devagar. Mãos grandes deslizam pela seda do robe. Sinto-o endurecer contra mim.

Ele me deita no deck de teca, estrelas acima. Robe cai. Peitos expostos ao ar salgado, mamilos duros. Ele lambe, chupa, morde suave. ‘Que delícia, baby.’ Desço a cueca dele. Pau… oh, pequeno, abaixo da média para o tamanho dele. Rio por dentro – as amigas iam delirar. Mas ele não precisa disso.

O Clímax Selvagem na Villa Privada

Empurra-me para a villa anexa ao iate. Quarto king size, paredes de vidro para o mar. Ele me abre as pernas. ‘Vou foder-te como mereces.’ Língua grossa na cona molhada. Chupa o clitóris, aspira, dedos dentro, curvados no ponto G. Gozo rápido, jatos quentes nas coxas dele. ‘Mais, Don’!’, gemo.

Virou-me de quatro. Pau pequeno entra fácil na cona, mas as mãos… deus, as mãos massageiam o cu, um dedo entra, lubrificado com saliva. Fode-me anal devagar, depois forte. ‘Gostas do meu pau no teu rabo?’ ‘Sim, fode mais!’ Ele acelera, bolas batem na pele. Puxa cabelo, tapa a bunda. Eu grito, orgasmo rasga-me.

Boca agora. Chupo o pau minúsculo, fácil engolir todo. Ele geme, fode a garganta suave. Volta à cona, alterna buracos. Língua no cu, dedos na cona. Gozo três, quatro vezes. Ele ejacula na boca, porra quente, salgada. Engulo, lambo tudo.

Corpos suados, colados. Luxo e luxúria selvagem. Iate balança, ondas sussurram.

Acordo com língua úmida nos lábios. Desliza no nariz, orelha, morde o lóbulo. Arrepios. Seios lambidos, mamilos aspirados. Desce à cona, chupa o mel da noite. Gozo de novo, pernas tremem. ‘Bom dia, princesa. Café?’

Sento à mesa da villa, vista para o Atlântico. Ele de boxer, farto o café com aroma de Lavazza. Corpo perfeito na luz matinal. Sinto-me privilegiada. Esta noite… jet, iate, villa, prazer sem fim. Ele parte para NBA, mas levei o melhor dele. Desejo satisfeito, corpo marcado. Quero mais. Sempre mais.

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