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Minha Noite de Luxúria Selvagem: De Lisboa ao Iate no Algarve

Estava exausta depois de um dia infernal em Lisboa. Suite no Tivoli Palacio da Paz, lençóis de seda egípcia roçando a pele, ar condicionado sussurrando fresco. Abri os emails no iPad, nada de novo. Afundei-me no sofá de veludo, copo de champanhe Veuve Clicquot borbulhando gelado na mão. O aroma do meu perfume Tom Ford Oud Wood pairava no ar, misturado ao cheiro salgado da noite portuguesa entrando pela varanda.

A campainha da suite tocou. Irritada, pensei em ignorar. Mas insisti. Abri a porta e lá estava ele: fato Armani impecável, mas um ar cansado nos olhos. ‘Boa noite, sou de uma empresa de vinhos exclusivos. Posso mostrar-lhe uma garrafa rara?’ A voz grave, sotaque estrangeiro chique. Ele era alto, ombros largos, barba aparada. O tailleur dele parecia usado demais para o luxo que vendia.

O Encontro Inesperado no Hotel de Elite

‘Entre’, disse eu, curiosa. Ele falou minutos, gesticulando a garrafa de Porto Vintage. Eu observava os lábios dele, as mãos fortes. ‘Está cansado’, comentei. Ele riu, seco. ‘Dias duros. E você? Sozinha nesta suite de sonho?’ Hesitei. ‘Sim. Quer um copo verdadeiro deste champanhe? Em vez de vender, jante comigo.’ Ele piscou, surpreso. ‘Chic?’

Na cozinha da suite, preparamos petiscos: ostras frescas, queijo da Serra. Servi-lhe o champanhe, o bolhas estalando na língua. Silêncio pesado. ‘Desculpe se fui rude’, murmurou ele, olhos fixos nos meus seios sob o robe de seda. Abracei-o impulsivamente. Corpo dele quente, cheiro de colónia Creed misturado a suor masculino. Algo queimou na panela. Rimos, salvamos o jantar.

Comemos à luz de velas, vinho tinto escorrendo viscoso. ‘Fique esta noite. O meu jet parte amanhã para o Algarve. Iate à espera’, propôs ele. Coração acelerou. ‘E como pago?’ Sorri maliciosa. Ele engoliu seco. ‘Em natura, como amantes fazem.’ Tensão no ar, calor subindo entre as pernas.

No dia seguinte, jet privado nos levou ao Algarve. Vista do céu: falésias douradas. No iate ancorado, brisa salgada, sol poente tingindo o mar laranja. Villa privada na praia, piscina infinita, cama king size com vista oceano. Ele despe-me devagar, robe caindo como cascata. Mãos dele na minha cona já molhada.

A Foda Intensa na Villa Privada

Empurrei-o na cama de linho fresco. ‘Quero-te agora.’ Beijos famintos, línguas dançando. Tirei-lhe a camisa, lambi o peito salgado. Ele gemeu, pau duro latejando no fato. ‘Fode-me com força.’ Desabotoei, pau grosso saltando, veias pulsantes, pré-gozo brilhando. Chupei devagar, língua rodando a cabeça inchada, bolas pesadas na mão. Ele agarrou os meus cabelos: ‘Caralho, que boca gulosa.’ Engoli até à garganta, saliva escorrendo.

Ele virou-me, espalhou as minhas nádegas. ‘Que cona perfeita, depilada, molhada pra mim.’ Dedos entrando, fodendo devagar, clitóris inchado. Gemi alto, ‘Lambe-me.’ Língua dele no cu e cona, sugando, chupando, dedos enfiados fundo. Orgasmo veio rápido, corpo tremendo, sucos escorrendo queixo dele.

‘Monta em mim.’ Cavalguei o pau dele, cona engolindo centímetro a centímetro. ‘Que caralho grosso, enche-me toda.’ Balancei quadris, tetas saltando, ele apertando mamilos duros. Ritmo selvagem, pele suada batendo. ‘Vira-te, fodo-te de quatro.’ Obedeci, vendo o espelho: eu de rabo alto, ele metendo fundo, bolas batendo no clitóris. ‘Mais forte, rasga a minha cona!’ Gritos ecoando na villa, mar rugindo fora.

Ele acelerou, pau inchando. ‘Vou gozar!’ ‘Dentro, enche-me de porra!’ Orgasmo dele jorrou quente, enchendo-me, escorrendo pernas. Eu gozei de novo, unhas cravadas nas costas dele, corpo convulsionando.

Ficámos deitados, suados, abraçados. Cheiro de sexo e mar. ‘Foi… transcendental’, sussurrei. Ele beijou-me: ‘Tu és luxo puro, selvagem.’ Acordámos entrelaçados, café na varanda, sol aquecendo a pele nua. Senti-me privilegiada, rainha de um momento único. Ele partiu no jet, mas o desejo ficou gravado na alma. Nunca mais a mesma.

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