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Minha Aventura Erótica no Luxo de Lisboa e Algarve

Ontem, eu e o João decidimos tornar este dia em Lisboa inesquecível. Check-in no Four Seasons, suite com vista para o Tejo. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5, a minha pele arrepiava-se com a seda do robe. Vestido justo, decote sutil, saltos Louboutin. No restaurante do hotel, mesa de linho branco, cristais a tilintar. Vinho espumante Veuve Clicquot, bolhas dançando na língua, fresco e doce.

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Senta-me à frente dele, na banqueta de veludo azul-escuro. Começo o salmão fumado, mas os olhos… ah, os olhos param num homem ao fundo. Alto, terno Tom Ford, olhar faminto. Ele sorri, eu retribuo, devagar. O pé direito, sem sapato, roça a perna do João por baixo da mesa. ‘Vês aquele? Está a devorar-me.’, sussurro. João ri baixo: ‘Vai, coitadinha, deixa-o sonhar com esse rabo perfeito.’ Agito-me na banqueta, a saia sobe um pouco, mostro as coxas finas. Ele vê, os olhos brilham. Sinto o calor no ventre, a humidade a crescer entre as pernas.

A Tensão Sensual no Hotel de 5 Estrelas

‘Queres que ele veja mais?’, pergunta João, malicioso. Lambe os lábios, eu imito, língua rosada devagar. ‘Sim… sinto-me molhada já.’ Mão na coxa, deslizo para cima, toco a renda da cueca. Dedos saem brilhantes, ofereço ao João. Ele chupa, devagar: ‘Delícia, minha putinha elegante.’ O homem vê tudo, ereção visível no fato. ‘Vou à casa de banho. Vem atrás?’, digo, levantando-me. Olhar fixo nele, caminho devagar, ancas a rebolar.

Ele segue, minutos depois. No elevador privado da suite, porta fecha, ele atira-se. Boca na minha, mãos na seda, rasgando quase. ‘Quero-te agora.’, rosna. Cheiro a couro caro e desejo. Na suite, janelas panorâmicas, luz da cidade. Deito-me na cama king-size, lençóis de algodão egípcio. Ele arranca o vestido, cueca de lado. ‘Chupa-me, cabrão.’ Joelho-me, abro a braguette, pau duro, veias pulsantes, cabeça inchada. Língua no escroto, subo devagar, saliva a escorrer. Engulo todo, garganta funda, ele geme: ‘Caralho, que boca.’ Dedos na minha cona, molhada, escorrendo.

A Luxúria Selvagem no Iate Privado

Levanto-me, viro de costas, rabo empinado. ‘Fode-me o cu, devagar.’ Ele enfia preservativo, lubrifica com a minha humidade. Dedo no ânus primeiro, circula, entra. Grito baixo, prazer a explodir. Pau na entrada, empurra, centímetro a centímetro. ‘Assim… enche-me.’ Bolas batem nas nádegas, ritmo selvagem. Mão na cona, dedilho o clitóris, gozo forte, pernas a tremer. ‘Mais fundo, fode como um animal!’ Ele acelera, suor a pingar, cheiro a sexo e perfume misturado. ‘Vou gozar!’, avisa. Saio, viro, jatos quentes na cara, na boca, engulo o salgado.

João entra, ri: ‘Minha vez.’ Jet privado espera no aeroporto, voamos para Algarve. No iate ancorado, villa de luxo à vista. No deque, lua cheia, brisa quente. João lambe o resto do gozo da minha cara. ‘Conta tudo.’ Enquanto ele me come de quatro, pau no cu ainda dilatado, solto tudo: ‘Ele fodeu-me como um deus, quente, bruto.’ Gozamos juntos, ondas batendo no casco. Amanhece na villa, piscina infinita, champagne gelado. Sinto-me rainha, privilegiada. Este luxo, esta luxúria… viciante. Quero mais.

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