Acabei de regressar de Lisboa, mas o meu corpo ainda treme com as memórias. Eu, Inês, uma lisboeta de 45 anos, sempre adorei o luxo. Esta vez, foi diferente. A minha amiga Rita, neta de uma velha senhora chique do Chiado, convidou-me para as festas no Algarve. ‘Vem, Inês, a avó tem uma villa de sonho e um iate à disposição.’ Hesitei… mas o jet privado que nos apanhou no aeroporto de Lisboa selou o destino.
O ar quente da noite portuguesa envolveu-nos ao aterrar em Faro. O cheiro a sal e jasmim misturava-se com o perfume Chanel No. 5 da avó, uma senhora elegante de 76 anos, viúva de um magnata. ‘Bem-vinda, minha querida. Aqui, tudo é prazer.’ A villa era um paraíso: piscinas infinitas, mármore italiano, lençóis de seda egípcia. Jantámos caviar e vinho espumante Dom Pérignon, o gás a rebentar na língua, fresco e adocicado.
A Atmosfera de Luxo e a Tensão Crescente
No iate ancorado na baía de Lagos, a tensão subiu. Ele apareceu: Bryan, um australiano de 50 anos, sócio nos negócios da avó. Alto, bronzeado, olhos castanhos flamejantes. ‘Inês, que prazer.’ A sua voz rouca, com sotaque sexy. Sentámo-nos no deck, o sol poente tingindo o mar de laranja. O calor úmido colava a minha saia de seda à pele, os mamilos endurecendo sob o vestido leve. Ele roçava o copo no meu, os dedos quentes. ‘Conta-me dos teus segredos.’ Ri, nervosa. ‘Talvez mais tarde…’
A avó piscou o olho e deixou-nos. Rita sumiu com o namorado. Sozinhos, o vinho fluía. O seu perfume amadeirado invadiu-me. ‘Quero-te desde que te vi.’ A mão dele na minha coxa, subindo devagar. Senti o calor entre as pernas. ‘Bryan… isto é loucura.’ Mas não parei-o. Os lábios dele na minha nuca, quentes, húmidos. O corpo todo formigou.
Desci para a cabina principal, o chão de teca macio sob os pés descalços. Ele fechou a porta. ‘Despir-te-ei devagar.’ As mãos dele abriram o vestido, a seda escorregando como um suspiro. Nuas as mamas, ele chupou os mamilos, duro, voraz. ‘Que delícia, Inês. Tão firmes.’ Gemi, arqueando as costas. O cheiro a sexo misturava-se com o mar.
O Êxtase Cru e a Luxúria Desenfreada
Ele ajoelhou-se, abriu as minhas pernas. ‘A tua cona é perfeita, molhada para mim.’ A língua dele lambeu o clitóris, devagar, depois rápido. Chupei o ar, as unhas cravadas no cabelo dele. ‘Fode-me com a boca, sim!’ Gozei ali, tremendo, o sumo escorrendo pela língua dele. Ele levantou-se, o caralho enorme, grosso, latejante. ‘Chupa-o, puta luxuosa.’ Obedeci, engolindo até à garganta, o gosto salgado, venoso. Ele fodia a minha boca, gemendo. ‘Boa rapariga.’
Deitei-me na cama king-size, lençóis de cetim negro. Ele entrou em mim de rompante, o caralho enchendo a cona até ao fundo. ‘Tão apertada, fodedora!’ Bombava forte, os quadris batendo, suor pingando. ‘Mais fundo, caralho, rasga-me!’ Virei de quatro, ele agarrou os cabelos, fodia como animal. O cu exposto, ele cuspiu e meteu um dedo. ‘Queres no cu também?’ ‘Sim, fode o meu cu!’ O caralho deslizou para o ânus, ardendo delicioso, esticando. Gozou dentro, quente, jorrando. Eu vim de novo, gritando, o corpo convulso.
Depois, deitados, o peito dele subindo e descendo. O iate balançava suave. ‘Incredible, Inês.’ Bebi o resto do champanhe da garrafa, o corpo lânguido. A avó sabia? Sorri. Senti-me privilegiada, rainha num mundo de excessos. Esta luxúria selvagem, num iate de milhões, foi o melhor presente de festas. Volto já no ano novo… ou esta noite.